When You Believe- Whitney Houston, Mariah Carey

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

CPD: SUSTAINABLE STEEL BUILDINGS




CPD: SUSTAINABLE STEEL BUILDINGS




Steel offers sustainability credentials through the whole life-cycle of a building,
and is an excellent choice of framing material to deliver high-scoring BREEAM projects.
This CPD module, sponsored by Steel for Life, outlines the main points to consider.
 Click here to take the module. =
http://www.building.co.uk/survey.aspx?survey=1353
A recent survey identified that over 66% of multi-storey, non-domestic buildings
 are framed in structural steel, making it the preferred framing solution for many
of the UK’s structures. An increasing number of these buildings achieve
high sustainability ratings and targets.
This CPD article will examine a number of steel’s sustainability credentials
 – both established and emerging – including its:
  • off-site manufacturing process
  • flexibility and adaptability
  • performance in regard to embodied carbon
  • ability to be re-used, recycled and multi-cycled
  • alignment with circular economy principles
OFF-SITE MANUFACTURING
All steel components are manufactured off-site in the controlled environment of a
fabrication factory, and then assembled on site. The off-site manufacturing process
is faster and leaner than traditional site-based construction.
Off-site steel fabrication also has benefits for the workforce as it requires skilled,
settled workers, so offers long-term employment for a specialist workforce,
benefiting local communities. Compared with working on-site, the steelwork
fabrication factory is also a safer environment for staff; and productivity and quality
are not subject to the elements as site-based construction is.
In the factory, sophisticated design and production systems deliver
precision-engineered components in a controlled, highly regulated and safe environment.
 Any waste material produced during fabrication can be recycled and used
again in the steelmaking process.
Fabricated steelwork is delivered to site as and when required, reducing
the need for on-site storage, substantially reducing site waste and disruption
 to other trades and neighbours. The off-site process means products have
 few defects, which leads to less “snagging” on site, resulting in savings in
 time and money.
The government-commissioned Farmer Review into construction industry efficiency,
published in October 2016, identified off-site manufacturing as central to
 modernising the industry.
Its benefits include improved innovation, research and development,
sustainability and speed of delivery. Trade body Buildoffsite has identified time
 savings of 50% to 60% for projects with high repeatability, such as hotels and
prisons, and 25% to 30% for more complex schemes such as offices or retail.

http://www.ecobuild.co.uk/visit/news-and-updates/cpd-sustainable-steel-buildings

sábado, 18 de fevereiro de 2017

25 Dicas para uma casa mais sustentável

25 Dicas para uma casa mais sustentável



Aline Delgado - QUERCUS A.N.C.N.
Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve
muitas questões. Se pretende mudar de casa, é a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma sustentável, para que seja social,
económica e ambientalmente equilibrado.

Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve muitas
e importantes questões. Se pretende mudar de casa, eis a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma mais sustentável. A Quercus vai tentar
ajuda-lo nesta decisão, de forma a torná-la social, económica e
 ambientalmente equilibrada. Apresentando 25 sugestões, vamos tentar
contribuir para que a sua decisão seja o mais próxima dos seus padrões
de conforto, “poupando na sua carteira” ao mesmo tempo que
“poupa no ambiente”!


1. A localização de um edifício é muito importante no que respeita às
 necessidades térmicas do espaço interior. Estas necessidades estão
contempladas no Regulamento de Características de Comportamento
Térmico dos Edifícios (RCCTE), onde se apresentam estratégias que
contribuem significativamente para a melhoria do desempenho térmico
 dos edifícios. Procure aconselhamento especializado para verificar se a
casa que vai habitar cumpre este Regulamento tanto para a situação de
 Verão como para a situação de Inverno.

2. Prefira um local arejado com pouco trânsito automóvel, o que se traduz em
menos poluição e, bem servido de transportes públicos, para que os possa usar
em alternativa. Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho,
 desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente
mais saudável.


3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito
escolhendo uma casa maioritariamente orientada a Sul de molde a
minimizar consideravelmente as necessidades de aquecimento durante a
estação de Inverno. A radiação solar incide nas janelas de vidro e aquece de
 forma natural o espaço interior.

4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas
voltadas a Sul, verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado
exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno).

5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este)
ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente de persianas exteriores,
pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo,
 durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro,
pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.

6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras
divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhuma) para
o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através
 do vidro durante a estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa
 sem divisões orientadas a Norte, então tenha sempre presente esta questão.

7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação
 quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria,
o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito.
A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área
 de pavimento dessa divisão.


8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação.
Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade
de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte
de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural”
 canaliza a luz do exterior para o interior.

9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo
consumo e por iluminação localizada (só apenas onde é de facto necessária).
Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos para regulação
do ambiente luminoso.

10.
 Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos
electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de Classe A,
mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário
do que se pensa não são necessariamente mais caros.


11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício,
é determinante para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico.
Verifique na Ficha Técnica da Habitação (FTH) como são as paredes exteriores
 do edifício. Deverá optar por soluções de parede dupla com isolamento
ou parede simples com isolamento pelo exterior da parede.

12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de
calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma
temperatura constante no interior de sua casa. Prefira um material de isolamento
 com um baixo índice de condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo
teor de energia incorporada (energia consumida desde a extracção da
matéria prima até ao produto final).

13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico
(são fabricadas de forma a promover uma redução da transmissão térmica
 entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista
 de conservação de energia. No entanto, deverá optar por caixilharias com
 grelhas de ventilação, para facilitar a renovação do ar.
 
14. Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo
impacte ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua
vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos
materiais utilizados na sua casa.

15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e,
nos casos mais importantes, solicitar os certificados de conformidade de
 acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e
 acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

16.
 Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente
 isolada (poderá fazê-lo através da FTH). Prefira um isolamento imputrescível
e resistente à água, preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a camada de impermeabilização.

17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por
 isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água, ou pavimentos
com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas
térmicas ou outras patologias associadas através do solo (estas soluções
construtivas devem vir explicadas na FTH)

18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham
as condições de salubridade interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente
 ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando
 o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias
possuem dispositivos que permitem a ventilação.

19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o
conforto térmico. Seja selectivo na escolha da cor de sua casa, considerando que,
 as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras
(enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do calor do sol,
a mesma fachada, pintada com cor preta, pode absorver o calor do sol em 90%).


20. Se a casa que pensa habitar está provida de equipamentos que funcionam
 à base de energia renovável, tanto melhor! Se vai construir é altura de os
aplicar. De entre os vários existentes no mercado destacam-se:

Colectores solares térmicos

Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor,
permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento de água.
O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar
adequada serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável.

Painéis solares fotovoltaicos

Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento
de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol
 é convertida em energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em locais
 isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede.

Bombas de calor geotérmicas

São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento
do ambiente. Actuam como máquinas de transferência de calor. No Inverno,
absorvem o calor da Terra e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam
como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo, no solo.
Mini-turbinas eólicas

A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma
micro-escala. Embora as micro-turbinas eólicas mais comuns sejam colocadas
 no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas
no topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade
 de 50% a 90%.

Sistemas de aquecimento a biomassa

A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos
provenientes da limpeza das florestas, da agricultura e dos combustíveis
resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada,
 por exemplo, em sistemas de aquecimento, representando importantes
vantagens económicas e ambientais.


21. Existem no mercado torneiras de regulação do fluxo de água, que permitem
 reduzir o caudal estimulando a poupança deste recurso. Se a casa que
vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de caudal.

22. Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla
 descarga que induzem poupança de água. (Poderá ainda colocar quando possível,
 uma ou duas garrafas de água com areia no interior, dentro do depósito
do seu autoclismo. Isso significa poupar até 3 litros de água por descarga).

23. Se vai construir a sua casa e tem terreno disponível, tem a possibilidade
 de a equipar com mini estações de tratamento de água ou mini cisternas de
armazenamento de águas pluviais, para posteriores utilizações em descargas
 não potáveis (como regas de jardim, autoclismos ou lavagem de automóveis).



24. No caso de vir a habitar um edifício de vários condóminos, verifique se
no prédio existe espaço destinado a contentores adequados à separação
de resíduos domésticos.

25. Dentro de sua própria casa opte sempre por um depósito de resíduos
 domésticos com pelo menos três divisões para estimular a separação
destes resíduos.
 Para terminar, se tiver oportunidade de reabilitar em vez de construir de
novo, e se essa opção for economicamente viável, está desde logo a ter
uma atitude mais sustentável. Reabilitar um edifício existente possibilita a
 diminuição dos impactes resultantes da energia associada à produção de
um novo e da extracção das respectivas matérias-primas, para além de
contrariar a tendência do crescimento urbano excessivo e a ocupação e
impermeabilização de novas áreas de solo importantes para a conservação
 dos valores e equilíbrios naturais e para as várias actividades humanas!


Site: www.quercus.pt

E-mail: construcaosustentavel@quercusancn.org

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

ARQUITECTURA FUTURISTA E AS SUAS CARACTERISTICAS

















Características de arquitetura futurista.

1. A arquitetura futurista é a arquitetura de cálculo, de ousadia audacioso e da simplicidade; a arquitetura de concreto armado, ferro, vidro, papelão, fibras têxteis e todos os substitutos da madeira, da pedra e tijolo, permitindo a máxima flexibilidade e leveza.

2. No entanto, não é uma combinação de praticidade árido e utilidade, mas permanece arte, ou seja, a síntese e expressão;

3. As linhas oblíquas e elípticas são linhas dinâmicas, que pela sua própria natureza, têm um poder expressivo mil vezes maior do que as linhas horizontais e perpendiculares.

4. A decoração, como algo sobreposto a arquitetura é um absurdo, e que só a utilização da disposição original e matéria-prima ou visto ou violentamente colorido depende valor decorativo de arquitetura futurista.

5. Como nos velhos homens foram inspirados a sua arte, os elementos da natureza, arquitetura futurista que deve encontrar inspiração nos elementos do novo mundo da mecânica que foi criado.
6. A arquitetura distribuída como formas de arte dos edifícios de acordo com critérios está terminado.

7. Para a arquitetura se entende o esforço para harmonizar com a liberdade ea grande audácia do ambiente e do homem, isto é, para transformar o mundo das coisas em uma projeção direta do mundo espiritual.

8. Em uma arquitetura bem construída não pode nascer qualquer hábito plástico e linear porque as características fundamentais da arquitetura futurista, prescrevem e transitoriedade. Moradias vai durar menos do que nós. Cada geração deve ser feita a partir de sua cidade.



Esta renovação constante do ambiente arquitetónico irá contribuir para a vitória do futurismo já impõe as palavras liberdade, dinamismo plástico, música sem quadratura e The Art of Noises, e nós lutou incansavelmente contra a extensão covarde do passado .

Expressionismo arquitetônico. Expressionismo na arquitetura é um dos movimentos do início do século XX, que tinha sido dada pouca atenção, apesar de ter uma forte influência sobre a formação do Movimento Moderno.



Arquitetura futurista

Definição da arquitetura futurista.

Movimento de arte do início do século XX que rejeitou a estética tradicional e tentou glorificar a vida contemporânea, com base em seus dois temas dominantes: a máquina e movimento. Sua finalidade era arrecadar apatia cultural da Itália em que foi mergulhado desde o final do século XVIII, atacou os museus e academias, o culto da antiga e toda a arte italiana do passado.

Futurismo, exigiu um novo conceito artístico baseado na dinâmica de velocidade, que foi fundamental futuristas e peculiar à vida moderna.

Precursor: Antonio Sant'Elia.

Seus desenhos mostram edifícios marcadamente verticais, às vezes com elevadores (elevadores) Externa e atravessada por ruas e ruas. Estes projetos utópicos e suas exortações sobre o uso de novos materiais industriais, torná-lo como um dos pioneiros do movimento moderno em arquitetura. O problema da arquitectura futurista não é um problema de reabilitação linear. Isto não é para encontrar novas formas, novos perfis de portas e janelas, ou substituir colunas, pilares. Ou seja, ele não está deixando a fachada de tijolos, para revogar ou alinhá-lo pedra ou fazer diferenças formais entre o novo edifício eo velho, mas para criar a casa futurista, construí-lo com todos os recursos do ciência e tecnologia; nobremente atender qualquer necessidade dos nossos costumes e nosso espírito, atropelando tudo o que é grotesco, pesado e antiético para nós (tradição, estilo, estética, proporção), a criação de novas formas, novas linhas, uma nova harmonia de contornos e volumes, uma arquitetura que encontra a sua justificação apenas em condições especiais da vida moderna e encontrar valor estético em correspondência como a nossa sensibilidade. Esta arquitetura não pode ser submetido a qualquer lei da continuidade histórica. Deve ser novo, e de novo é o nosso humor.

http://www.slideshare.net/caribdys/presentacion-arquitectura-futurista-arq-luis-rico?src=embed aqui podem ver em espanhol.

http://www.slideshare.net/elizbethrojassanchez/arquitectura-futurista-28185155?related=1

http://arquitecturafuturista.blogspot.pt

domingo, 28 de abril de 2013

TREELIFE BY TCH








We are excited to announce that our first offline event, Treelife By TCH, will be unveiled in a major city in 2013.

This event will showcase innovative and creative sustainable architecture, and illustrate that green can co-exist with urban city life.



 The world´s first major public exhibition of´green design tree houses, Treelife will bring the biggest names in international architecture, design and rate into the one public place for the first time, showcasing cutting edge green and sustainable design.



 Life in the trees
Treehouses have become creative eco-statements in the design world. They allow people to literally be "in" nature and peace above the stressful street level of life. The Cool Hunter will invite top local and international architects, artists and designers to design for the event a modern treehouse, created from sustainable and recycled materials.



http://www.thecoolhunter.net/treelife

sexta-feira, 18 de março de 2011

Vincent Callebaut a le pouce vert à Hong-Kong





Rendre ses parfums au « Port aux parfums », tel était l’objectif de l’architecte visionnaire belge Vincent Callebaut en imaginant son projet intitulé « Jungle urbaine ». Né dans le cadre d’un concours de la ville de Hong-Kong afin de promouvoir l’image de la baie et lui offrir un environnement de qualité durable, ce projet visa à lutter contre la pollution. Il offre également des services permettant d’améliorer la qualité de vie des citoyens hongkongais comme des opéras subaquatiques, des promenades piétonnes, des pistes cyclables et des musées océanographiques.
Epoustouflant.

Fazer perfumes no "Porto de perfume", como era o objetivo do visionário arquitecto belga Vincent Callebaut, imaginando seu projecto intitulado "Urban Jungle". Nascido no âmbito da assistência a partir da cidade de Hong Kong para promover a imagem da baía e oferece um ambiente de qualidade durável, este projecto foi a luta contra a poluição. Ele também oferece serviços para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de Hong Kong como operações submarinas, passeios pedestres, ciclovias e oceano museus.
Tirar o fôlego.







Green Box – Casa Sustentável na Construmat Barcelona

Green Box – Casa Sustentável na Construmat Barcelona

Por Antonio Macêdo Filho
Arquiteto

Neste mês de abril será realizada mais uma Missão Técnica Construmat Barcelona. Na Construmat deste ano será apresentada a casa-conceito Green Box, projetada para alcançar o mais alto nível de sustentabilidade. Visitaremos a feira e a casa no dia 20 de abril. Depois trarei mais informações. Por enquanto trago aqui matéria a respeito deste interessante projeto.
GREEN BOX – A Casa-Jardim sustentável do Futuro



O arquiteto Luis de Garrido apresenta seu mais recente protótipo de casa sustentável, GREEN BOX, na cidade de Nova York (terça-feira, 21 de abril, no Museu GLASSHOUSE, em Chelsea Arts Tower, 545 West 25th Street). A casa será construída em Barcelona na Feira Internacional da Construção “Construmat 2009” (apresentada dia 23 de abril, na feira que se exibe do dia 20 ao 25 de abril, no Recinto Gran Via, Palacio 1, calle Botánica 62, Fira Catalunya, Barcelona).

GREEN BOX é a primeira Casa-Jardim modular, pré-fabricada, reutilizável, transportável, com ciclo de vida infinito, bioclimática, com consumo energético zero, e que não gera resíduos.

Devido às suas avançadas características GREEN BOX se construirá apenas em 15 dias (de 4 a 19 de abril), e o processo poderá ser visto em tempo real pela internet.

O edifício inclui no seu interior uma Exposição Multimídia de Projetos de Arquitetura Sustentável e de Habitação Social Sustentável, de Luis de Garrido (“Arquiteto do ano 2008” pela ISBA) “Naturezas Artificiais VI”.

…………………………………………………………………………………………………………………

A Associação Nacional de Arquitetura Sustentável (ANAS), junto com a Associação Nacional para a Casa do Futuro (ANAVIF) e o Diretório Nacional de Empresas para a Arquitetura Sustentável (DINAS) apresenta no próximo dia 20 de abril esta especial casa que, sem dúvida, será o centro de atenções da Feira “Construmat 2009”.

Desenhada pelo arquiteto Luis de Garrido (recentemente eleito como “Arquiteto do ano 2008” pela Internacional Steel Building Association ISBA, e o Americam Institute of Architects AIA), a casa poderia ser uma referência internacional de arquitetura sustentável, já que cumpre de forma exaustiva com todos os indicadores de arquitetura sustentável conhecidos. De fato, Luis de Garrido afirma que GREEN-BOX é o edifício que mais se aproxima ao seu modelo conceitual e arquitetônico de “Naturezas Artificiais”.

Além de seu caráter totalmente ecológico, a casa é muito econômica. Sua construção custa metade da construção de uma casa convencional, aproximadamente 550 euros/m2, pelo que poderá ser convertida num modelo construtivo para o novo sistema social e econômico.

A casa tem um consumo energético zero de energias convencionais, e se auto-regula termicamente devido ao seu desenho bioclimático, e ao seu ótimo aproveitamento de energia geotérmica e solar. Do mesmo modo, o desenho e construção da casa foi realizado com o objetivo de reduzir ao máximo seu consumo energético, tanto no processo de construção, como no processo de desmontagem.

Todos os componentes da casa foram desenhados de forma modular para serem montados “a seco”. Desse modo, tanto na construção quanto na desmontagem não gera nenhum resíduo, e todas as peças poderão ser novamente reutilizadas.

Assim, reparando ou substituindo cada uma das peças, a casa tem um ciclo de vida infinito. Ou seja, sua vida útil é infinita.

A estrutura da casa foi realizada com painéis pré-moldados em concreto armado, painéis estruturados de madeira e concreto e painéis metálicos. Todos eles com o objetivo de representar, num mesmo edifício, o três sistemas mais adequados de construção modular pré-fabricada (metal, madeira e concreto).

Não obstante, e apesar de todas as características descritas, sem dúvida, o elemento mais importante e singular do GREEN BOX é a cobertura ajardinada inclinada e o jardim vertical.

Ambos jardins foram compostos a base de espécies vegetais nativas do mediterrâneo, o que assegura que necessitem de mínima água (neste caso chuva), e que sua beleza seja permanente, todos os dias do ano. Conseqüentemente não necessitam de manutenção.

A cobertura ajardinada inclinada permite que a casa se integre à qualquer entorno, já que se estabelece como prolongação do solo circundante. Ao contrário, o jardim vertical erguesse com orgulho, reconhecido como ícone da casa. Este jardim vertical se encontra no pátio interior.

Devido à suas avançadas características GREEN BOX se construirá em apenas 15 dias, na cidade de Barcelona. Será desmontada em 7 dias, e será transportada a Toledo, onde permanecerá de forma definitiva.

Mais informações sobre a Missão Técnica Construmat Barcelona em:
www.camaradearquitetos.com.br/turismo/barcelona/index.php

Fonte: amacedofilho.blogspot.com

Arquitectura Moderna: Floresta Cultural em Seul

Lembra-se da paz que é poder usufruir de uma boa leitura sentado num banco de jardim onde não pode escutar os ruídos da cidade? A "Culture Forest" é o próximo projecto da cidade de Seul que pretende devolver a harmonia da natureza às actividades lúdico-culturais. Toda a arquitectura do edifício foi pensada com esse objectivo.




A floresta abre-nos o caminho para a natureza, unindo o ar, as árvores, a água, o vento e o solo. Lá, a natureza está ligada em harmonia: todos os elementos são parte de um todo. Foi com esta ideia de equilíbrio interior que o novo centro cultural e artístico de Seul, Coreia do Sul, foi idealizado. Planeado pelos arquitectos da Unsangdong (YoonGyoo Jang, ChangHoon Shin, SungMin Kim), o "Culture Forest" será um marco, quer pela inovação, quer pela intensa relação com a natureza.

O projecto, que ganhou o primeiro prémio num concurso para a construção de um centro cultural e artístico no centro de SeongDong-gu, uma região da capital coreana, tem sete andares, para além dos três do subsolo. Os mil metros quadradros de espaço albergarão um parque urbano dentro de um edifício para que os sul-coreanos possam gozar de eventos culturais no melhor ambiente possível.

Abastecido de luz solar, o centro será preenchido por árvores, arbustos, bancos de jardim e lugares para relaxar enquanto se goza a panorâmica sobre a cidade. Também o teto do edifício terá uma atenção especial: um pátio ao ar livre rodeado de árvores e coberto por painéis solares para o abastecimento de energia.


Dentro de portas, o maior ponto de interesse é o Flying Theater, um auditório cor de vinho com formas geométricas que melhoram a acústica do espaço. As escadarias que rodeiam o edifício ligam todos os pisos numa longa estrada cultural observável também do exterior, e que dá uma ideia de conectividade e harmonia. Além de espaço para concertos, o centro vai oferecer uma biblioteca, salas de debate, uma área para crianças e uma programação que promove estilos de vida ecológicos e saudáveis.

O "Culture Forest" pretende reunir actividades artísticas, lúdicas e culturas num espaço propício à comunicação, aprendizagem e descontração. A inauguração do edifício está prevista para o próximo ano.





Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/12/arquitetura_moderna_-_floresta_cultural.html#ixzz1GvsLye1q