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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Casas bioclimáticas são mais confortáveis
Casas bioclimáticas são mais confortáveis
Os edifícios bioclimáticos permitem um ambiente mais confortável e gastam menos energia, sendo mais económicos, mas os portugueses ainda resistem a optar por estas casas, por falta de sensibilização e também pelo preço inicial, que pode ser mais elevado, escreve a Lusa.
A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e a forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que «responde» bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas.
Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorífico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar.
Segundo alguns técnicos do sector, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo, com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de forma diferente, o que não implica aumento de investimento.
“A arquitetura bioclimática consiste em projectar um edifício tendo em conta a sua envolvência climatérica e as características do local» de modo a «maximizar o conforto ambiental no interior”, na temperatura e humidade, mas também na acústica, luminosidade e qualidade do ar, referiu à Lusa o director técnico da consultora Carbono Verde, Pedro Carvalho.
Pretende-se “ter o máximo conforto térmico com o mínimo consumo de energia”, resumiu o técnico, salientando que não basta passar a habitar um edifício bioclimático, é “fundamental” que os consumidores saibam utilizá-lo, caso contrário “pode gastar-se tanto como uma casa não bioclimática”.
O responsável pelo sistema de avaliação de sustentabilidade LiderA, Manuel Pinheiro, defendeu que “fazer casas bioclimáticas não é mais caro do que fazer das outras”, já que se trata de optar por uma forma de construção, tendo cuidado com alguns pontos, como a orientação do edifício ou o isolamento. No entanto, “tem de ser pensado no projecto”.
Manuel Pinheiro realçou que a construção tradicional, que atendia às condições do clima, perdeu terreno, “mas está a ser retomada, a diferentes níveis” e começa a haver no mercado procura para este tipo de casa.
Fonte: Diário IOL - http://diario.iol.pt/
Os edifícios bioclimáticos permitem um ambiente mais confortável e gastam menos energia, sendo mais económicos, mas os portugueses ainda resistem a optar por estas casas, por falta de sensibilização e também pelo preço inicial, que pode ser mais elevado, escreve a Lusa.
A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e a forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que «responde» bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas.
Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorífico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar.
Segundo alguns técnicos do sector, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo, com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de forma diferente, o que não implica aumento de investimento.
“A arquitetura bioclimática consiste em projectar um edifício tendo em conta a sua envolvência climatérica e as características do local» de modo a «maximizar o conforto ambiental no interior”, na temperatura e humidade, mas também na acústica, luminosidade e qualidade do ar, referiu à Lusa o director técnico da consultora Carbono Verde, Pedro Carvalho.
Pretende-se “ter o máximo conforto térmico com o mínimo consumo de energia”, resumiu o técnico, salientando que não basta passar a habitar um edifício bioclimático, é “fundamental” que os consumidores saibam utilizá-lo, caso contrário “pode gastar-se tanto como uma casa não bioclimática”.
O responsável pelo sistema de avaliação de sustentabilidade LiderA, Manuel Pinheiro, defendeu que “fazer casas bioclimáticas não é mais caro do que fazer das outras”, já que se trata de optar por uma forma de construção, tendo cuidado com alguns pontos, como a orientação do edifício ou o isolamento. No entanto, “tem de ser pensado no projecto”.
Manuel Pinheiro realçou que a construção tradicional, que atendia às condições do clima, perdeu terreno, “mas está a ser retomada, a diferentes níveis” e começa a haver no mercado procura para este tipo de casa.
Fonte: Diário IOL - http://diario.iol.pt/
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A Minha Mensagem para os Leitores deste Blog
Bem antes de mais, quero apresentar-me:
Chamo-me Lénia e esta Semana comecei uma Especialização em Planeamento de Construção Sustentável.
A minha área que me apaixona é o Turismo, mas entrei neste curso, porque não concordo com o que se têm feito, por este país e pelo mundo, na construção e que têm feito e reflectido na minha área e que faz por vezes perder Turistas no nosso país.
Ao estar no meio de 14 Arquitectos e com 11 Eng.Civis, posso dizer-vos que eles estão de acordo comigo, e que querem mudar a arquitectura.
Posso ainda dizer-vos que quando disse na aula que gostava de mudar as suas mentes, eles viraram-se para mim e disseram-me que quem é culpado dos erros na construção são os Presidentes das Câmara Municipais das Regiões.
Até aí eu concordo com eles, porque já fiz uma crítica ao Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, porque até hoje está a deixar que o património da Praia da Tocha que são os Palheiros da Tocha (que já anos antes a praia até tinha este nome; mas que devido a interesses económicos de destruir, o património desta praia, viraram o nome para Praia da Tocha, para não virem a terem problemas, e para cegarem os moradores da sua jogada e interesse ou estratégia de enriquecerem à custa dos construtores e à custa do povo, que cego, não capta as borradas que ali se faz).
Hoje encontro-me no Algarve a tirar este curso e outro, porque adoro ver o meu país a crescer, mas não com obraS de betão, mas sim com obras sustentáveis e preocupadas com o ambiente.
Ao saber o que os Turistas procuram, procuro passar aos meus novos e futuros amigos, o que evolui uma zona, e o que neste momento os turistas procuram, pois o Algarve e algumas outras regiões estão a perder com as novas obras que têm feito, e que têm vindo a destruir, o que é de mais belo e sustentável.
Por isso, vou deixar-vos aqui algumas das pesquisas feitas por mim, ligadas a tudo que têm haver com arquitectura e com os seus elementos, como entrevistas a arquitectos e muito mais.
Quero ainda dizer-vos que desde criança que adoro Artes, sempre contruí algo, sempre fiz a minha própria casa até para brincar no pinhal ao lado da minha casa que hoje já não existe, e fi-la com sustentabilidade, pois não havia dinheiro para termos casas compradas, então criei-a, e pedi ajuda ao meu vizinho.
Como gosto de criar, na minha tese vou defender a construção em Empreendimentos Turísticos no Mundo do Golf, que é um sector que me fascina desde criança e que até em criança criei um taco e jogava sem saber o nome deste desporto.
Tudo que fiz em criança, hoje estou metida e estou-me a realizar, quero ainda dizer-vos que espero ter excelentes arquitectos ao meu lado, e alguns a desenharem algumas das obras que eu mesma quero ver feitas, e realizadas, pois além de uma fundação e além de uma empresa de eventos, quero ajudar a mudar o mundo nos empreendimentos e ainda o mundo na miséria, que precisam de nós, em diversos sectores, tal como nestes e com casas sustentáveis.
Espero trabalhar com alguns destes arquitectos e na minha tese mostrar-vos uma obra sustentável para implementarem, nesta zona onde estou ou noutra, mas farei um estudo na região.
Espero que gostem deste blog Sustentável e Criativo e acima de tudo alerta-vos, para melhorarem na Construção Sustentável neste país.
Muito obrigado a todos pela vossa atenção e pelo vosso interesse pela Sustentabilidade na construção,
Lénia
Chamo-me Lénia e esta Semana comecei uma Especialização em Planeamento de Construção Sustentável.
A minha área que me apaixona é o Turismo, mas entrei neste curso, porque não concordo com o que se têm feito, por este país e pelo mundo, na construção e que têm feito e reflectido na minha área e que faz por vezes perder Turistas no nosso país.
Ao estar no meio de 14 Arquitectos e com 11 Eng.Civis, posso dizer-vos que eles estão de acordo comigo, e que querem mudar a arquitectura.
Posso ainda dizer-vos que quando disse na aula que gostava de mudar as suas mentes, eles viraram-se para mim e disseram-me que quem é culpado dos erros na construção são os Presidentes das Câmara Municipais das Regiões.
Até aí eu concordo com eles, porque já fiz uma crítica ao Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, porque até hoje está a deixar que o património da Praia da Tocha que são os Palheiros da Tocha (que já anos antes a praia até tinha este nome; mas que devido a interesses económicos de destruir, o património desta praia, viraram o nome para Praia da Tocha, para não virem a terem problemas, e para cegarem os moradores da sua jogada e interesse ou estratégia de enriquecerem à custa dos construtores e à custa do povo, que cego, não capta as borradas que ali se faz).
Hoje encontro-me no Algarve a tirar este curso e outro, porque adoro ver o meu país a crescer, mas não com obraS de betão, mas sim com obras sustentáveis e preocupadas com o ambiente.
Ao saber o que os Turistas procuram, procuro passar aos meus novos e futuros amigos, o que evolui uma zona, e o que neste momento os turistas procuram, pois o Algarve e algumas outras regiões estão a perder com as novas obras que têm feito, e que têm vindo a destruir, o que é de mais belo e sustentável.
Por isso, vou deixar-vos aqui algumas das pesquisas feitas por mim, ligadas a tudo que têm haver com arquitectura e com os seus elementos, como entrevistas a arquitectos e muito mais.
Quero ainda dizer-vos que desde criança que adoro Artes, sempre contruí algo, sempre fiz a minha própria casa até para brincar no pinhal ao lado da minha casa que hoje já não existe, e fi-la com sustentabilidade, pois não havia dinheiro para termos casas compradas, então criei-a, e pedi ajuda ao meu vizinho.
Como gosto de criar, na minha tese vou defender a construção em Empreendimentos Turísticos no Mundo do Golf, que é um sector que me fascina desde criança e que até em criança criei um taco e jogava sem saber o nome deste desporto.
Tudo que fiz em criança, hoje estou metida e estou-me a realizar, quero ainda dizer-vos que espero ter excelentes arquitectos ao meu lado, e alguns a desenharem algumas das obras que eu mesma quero ver feitas, e realizadas, pois além de uma fundação e além de uma empresa de eventos, quero ajudar a mudar o mundo nos empreendimentos e ainda o mundo na miséria, que precisam de nós, em diversos sectores, tal como nestes e com casas sustentáveis.
Espero trabalhar com alguns destes arquitectos e na minha tese mostrar-vos uma obra sustentável para implementarem, nesta zona onde estou ou noutra, mas farei um estudo na região.
Espero que gostem deste blog Sustentável e Criativo e acima de tudo alerta-vos, para melhorarem na Construção Sustentável neste país.
Muito obrigado a todos pela vossa atenção e pelo vosso interesse pela Sustentabilidade na construção,
Lénia
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