Olá Leitor, ou Visitante ou Arquitecto ou Eng.Civil, estão bons?
Bem. hoje vou deixar-vos aqui diversos tipos de Construção Sustentável, já que estou a criar este blog que neste momento estou numa especialização com esse nome e o objectivo aqui, é deixar ideias e construções Sustentáveis, e educar uma sociedade e sensibilizar as pessoas a procurarem e fazerem este género de Construção.
A todos muito obrigado pela vossa visita,
Lénia
Algumas Obras Ecológicas e Projectos:
E porque os jardins também valorizam uma casa deixo aqui dois deles, espero que gostem.
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domingo, 10 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Makazi`s Guest House-Uma Fundação ecológica e que faz pequenos Milagres

This little gem must truly be one of the greenest buildings in Cape Town. Set in the heart of the Indlovu Project - a community development initiative of the Shaster Foundation for Community Development - Makazi's guest house serves many important functions. Guests can enjoy a taste of township life while cosily living in the building constructed from sandbags and eco-beams by the local community.
All income from the guest house is used to fund the soup kitchen that serves hundreds of people a week, the community clinic and the youth learning centre.
Creative recycling and energy conservation are at the heart of project. Inside the guest house one can find all kinds of 'wow factor' items, from a watering can lamp to bucket lampshades, stacked pallets as a coffee table to a recycled office desk holding the sink unit in the kitchen. Solar power heats the water, the appliances run on gas and the toilet system uses earthworms. Perhaps the most astounding feature is the 'truth window' showing he inside story behind the construction... sandbags and eco-beams. This South African building system is used in all the large community centre as well. Lucia Brain, a young Cape Town designer, is the creative force behind the charming and colourful interior of Makazi's.
The Indlovu Project was started in 2005 when Di Womersley met with Buyiswa Tonono. Their passion, drive and enthusiasm for helping the community has resulted in an awe-inspiring set of public facilities that offer opportunities to everyone in this squatter camp. The investment amounts to well over R2 million and has resulted in a clinic, a youth centre, an education centre, a skills development workshop, a large community hall that also doubles as a cinema, a small shop and a creche. Even more amazing is the fact the in December 2008 the entire project burned down and has been rebuilt, bigger and better than before. Self-sustainability is an intrinsic part of the Indlovu ethos, so a volunteer organisation and guest house were constructed to bring not only income, but also skilled volunteers into the community. Anyone visiting the Indlovu Project and Makazi's Guest House can only be inspired by the positive energy and great South African spirit that is evident all around.
Our goals
To provide a unique and authentic township destination for visitors that will generate the funds we need to buy medicines for our clinic and supplementary food for our soup kitchen.
Our main aim is to provide visitors with a memorable experience, while making sure they are safe, comfortable and able to enjoy good food, good coffee warm and comfortable beds as well interesting interaction with our friendly neighbours.
Local activities
Monwabisi beach is 4 kms away
Cape Winelands begin 10kms away
Wolfgat Nature Reserve is on our doorstep
Accommodation
Makazi’s has 3 bedrooms. The ‘President’s Suite’ has a double bed and en suite bathroom (shower only) The ‘Induna’ room has twin beds, a marvellous view of Table Mountain and en suite shower room. The dorm room sleeps 6 in bunk beds, has an en suite shower room as well as sea and mountain views as far as the eye can see.
All beds have feather duvets, hot water bottles and good quality linen.
Public Room
The kitchen, dining are and lounge room are shared between all guests.
Staff
Mama Hazel and Sissie Andiswa look after guests with loving care. Andiswa lives right next door and is on call 24 hours a day. Any requests like laundry, or a guide to take visitors on a walkabout are handled efficiently by either of them.
Meals
Guests usually stay on a dinner, bed and breakfast basis, but lunch (either in the guest house or as a picnic) can be provided by special arrangement.
Breakfast consists of fruit, fruit juice, cereal or porridge, eggs, toast, coffee/tea and homemade baked goodies such as scones, muffins or pancakes.
Dinner is usually a main course of traditional African food with a light dessert, and coffee or tea. All our meals are homemade with loving care.
General
•Hairdryer available
•Airport transfers and tours can be arranged
•Affiliate member of FEDHASA
GALLERY
Email:
office(at)shaster.org.za
info(at)shaster.org.za
Tel: +27 (0)21 657 1026
Fax: +27 (0)21 657 1024
Mobile: +27 (0)83 375 0988
Street Address:
Indlovu Project
Off Mew Way
Monwabisi Park
Khayelitsha
Cape Town
Postal:
P O Box 53066
Kenilworth
Cape Town
7745
Rates:
Per person for dinner, bed and breakfast
President’s suite R450
Induna room R350
Dorm room R250
Directions:
From N2 Cape Town- Travel along the N2 past the airport and the R300 interchange. Take the next exit (25) onto Mew Way. From there it is approximately 6 kms along Mew Way. You will pass the Lookout Hill viewing platform on the left, and the South Peninsula college on the right. The Steve Biko intersection is next, then slow down as the white signboard to the project is on the right just in front of a blue Vodacom container. Turn in there and weave around the shacks to the double storey buildings on the left.
Links:
Facebook:
http://www.facebook.com/#!/group.php?gid=130691890294810
Flickr photo gallery:
http://www.flickr.com/photos/indlovuproject/
Getaway listing:
http://www.getaway.co.za/directories/makazis-guesthouse.html
See reviews on Tripadvisor here:
http://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g1722390-d1762413-Reviews-Makazi_s_Guest_House-Cape_Town_Western_Cape.html
Shaster Foundation:
http://www.shaster.org.za
http://www.makazis.co.za/
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Centro de interpretação de Mapungubwe
Centro de interpretação de Mapungubwe
Um centro cultural em África
por CLÁUDIA MELO
26 Setembro 2010

Neste projecto, a ecologia é entendida como promoção e melhoria do meio ambiental e social, aspectos indissociáveis para uma economia mais consciente do valor da natureza e das pessoas.
O Centro de Interpretação de Mapungubwe, da autoria do arquitecto Peter Rich, é o grande vencedor dos Earth Awards 2010 (Prémio da Terra), na categoria Arquitectura, que visa promover e inspirar uma nova economia e novos consumidores no mundo inteiro. Aqui, ecologia é entendida como promoção e melhoria do meio ambiental e social, aspectos indissociáveis para uma economia mais consciente do valor da natureza e das pessoas.
E na atribuição do prémio, o júri realçou a riqueza e complexidade do Centro: é, simultaneamente, um exemplar de "arquitectura pobre" - edifício de muito baixo custo que recorre a tecnologias e métodos ancestrais -, com um forte impacto na economia e na comunidade local, e com um sentido estético de celebração da experiência da arquitectura enquanto objecto e relação com o lugar.
Situado na África do Sul, na confluência dos rios Limpopo e Shashe , o Centro implanta-se numa "mesa", formação geológica que resulta da alteração do curso do rio Limpopo, que inicialmente desaguava no oceano Atlântico, passando a desembocar no oceano Índico.
Este sítio, que se estende ao longo de um quilómetro, foi considerado sagrado por diversas tribos locais, albergando fauna e flora de espécies ancestrais, e que são o objecto da visita e do Centro.
A par da geometria, o sítio foi a fonte de inspiração para a edificação do Centro. "O resultado é uma composição estrutural que está autenticamente enraizada no local" e que se organiza segundo três níveis.
A primeira ordenação é geométrica, em que os edifícios do centro se implantam formando um triângulo equilátero, forma recorrente em antigas construções locais, como as pedras encontradas na colina Mapungubwe.
A partir desta primeira é criado um segundo sistema, que corresponde ao edifício propriamente dito, feito de diversos volumes de formas ondulantes, que resultam das suas coberturas em arco e abobado que ora saem abruptamente do chão, evocando o acontecimento geológico das antigas "mesas", ora organizam espaços habitáveis celebrando antigas culturas do local.
Construídos à base de alvenaria de terra e pedra, estes volumes possuem uma qualidade "intemporal" ou universal, que resulta da sua forma e material. Interiormente, criam espaços ctonianos, escuros e sombrios, que evocam as formas mais ancestrais do habitat humano - a gruta e caverna. Exteriormente, todos estes espaços encontram--se ligados através de terraços, espaços de estar que privilegiam a vista para a envolvente e o sol.
Um terceiro e último sistema é feito a partir de caminhos e percursos, ao ar livre e debaixo de árvores, delicados e sinuosos que contrastam com a força e a rudeza dos volumes construídos.
Além da ecologia e da universalidade, a consciência social também faz parte do projecto. Assim, os operários do Centro foram os desempregados locais sem formação em construção, a quem foram ensinadas as técnicas ancestrais de construção e, principalmente, um ofício.
"Por isso, o Centro não só conta uma história como também faz parte de uma história em evolução, de uma cultura que se desenvolve em simbiose com o seu legado natural", conclui o arquitecto.
Um centro cultural em África
por CLÁUDIA MELO
26 Setembro 2010

Neste projecto, a ecologia é entendida como promoção e melhoria do meio ambiental e social, aspectos indissociáveis para uma economia mais consciente do valor da natureza e das pessoas.
O Centro de Interpretação de Mapungubwe, da autoria do arquitecto Peter Rich, é o grande vencedor dos Earth Awards 2010 (Prémio da Terra), na categoria Arquitectura, que visa promover e inspirar uma nova economia e novos consumidores no mundo inteiro. Aqui, ecologia é entendida como promoção e melhoria do meio ambiental e social, aspectos indissociáveis para uma economia mais consciente do valor da natureza e das pessoas.
E na atribuição do prémio, o júri realçou a riqueza e complexidade do Centro: é, simultaneamente, um exemplar de "arquitectura pobre" - edifício de muito baixo custo que recorre a tecnologias e métodos ancestrais -, com um forte impacto na economia e na comunidade local, e com um sentido estético de celebração da experiência da arquitectura enquanto objecto e relação com o lugar.
Situado na África do Sul, na confluência dos rios Limpopo e Shashe , o Centro implanta-se numa "mesa", formação geológica que resulta da alteração do curso do rio Limpopo, que inicialmente desaguava no oceano Atlântico, passando a desembocar no oceano Índico.
Este sítio, que se estende ao longo de um quilómetro, foi considerado sagrado por diversas tribos locais, albergando fauna e flora de espécies ancestrais, e que são o objecto da visita e do Centro.
A par da geometria, o sítio foi a fonte de inspiração para a edificação do Centro. "O resultado é uma composição estrutural que está autenticamente enraizada no local" e que se organiza segundo três níveis.
A primeira ordenação é geométrica, em que os edifícios do centro se implantam formando um triângulo equilátero, forma recorrente em antigas construções locais, como as pedras encontradas na colina Mapungubwe.
A partir desta primeira é criado um segundo sistema, que corresponde ao edifício propriamente dito, feito de diversos volumes de formas ondulantes, que resultam das suas coberturas em arco e abobado que ora saem abruptamente do chão, evocando o acontecimento geológico das antigas "mesas", ora organizam espaços habitáveis celebrando antigas culturas do local.
Construídos à base de alvenaria de terra e pedra, estes volumes possuem uma qualidade "intemporal" ou universal, que resulta da sua forma e material. Interiormente, criam espaços ctonianos, escuros e sombrios, que evocam as formas mais ancestrais do habitat humano - a gruta e caverna. Exteriormente, todos estes espaços encontram--se ligados através de terraços, espaços de estar que privilegiam a vista para a envolvente e o sol.
Um terceiro e último sistema é feito a partir de caminhos e percursos, ao ar livre e debaixo de árvores, delicados e sinuosos que contrastam com a força e a rudeza dos volumes construídos.
Além da ecologia e da universalidade, a consciência social também faz parte do projecto. Assim, os operários do Centro foram os desempregados locais sem formação em construção, a quem foram ensinadas as técnicas ancestrais de construção e, principalmente, um ofício.
"Por isso, o Centro não só conta uma história como também faz parte de uma história em evolução, de uma cultura que se desenvolve em simbiose com o seu legado natural", conclui o arquitecto.
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