When You Believe- Whitney Houston, Mariah Carey

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs: um fim anunciado-Uma grande perda Mundial, estou triste

Hoje para mim, morreu um homem digno da minha confiança, um homem que lutou 7 anos por um cancro que é fatal, um homem cheio de determinação, um grande senhor.
São poucos Americanos que confio ou nenhuns, tirando este que confiava, mas este é o único que tem a minha admiração, tal como o autor da empresa WIKILEAKS,e hoje estou triste com esta perda, daí não vou deixar de comunicar esta notícia neste blog.
Acredito que muitos arquitectos e engenheiros também gostem deste senhor como eu.
As minhas condelências à família.
O Mundo está de luto e eu também estou por esta perda.
Muito Obrigado pela vossa atenção e visita,
Vossa sempre Amiga,
Lénia


Steve Jobs: um fim anunciado (fotogaleria)
Apple confirmou morte de Steve Jobs. O fundador da marca da maçã tinha 56 anos e sofria de cancro no pâncreas.
Miguel Martins (www.expresso.pt), com Lusa
0:50 Quinta feira, 6 de outubro de 2011 Última atualização há 4 minutos



Imagem da página de entrada do site oficial da Apple



A Apple anunciou que Steve Jobs, fundador da prestigiada marca da maçã e criador de produtos como o Macintosh, o iPad ou o iPhone, morreu na quarta-feira aos 56 anos de idade. O ex-CEO da Apple sofria de cancro no pâncreas.

"Estamos profundamente tristes por anunciar que Steve Jobs faleceu hoje", indica um curto comunicado do conselho de administração da Apple.

Também na página de entrada do site da empresa a homenagem a Steve Jobs é curta e clara: "A Apple perdeu um visionário e um génio criativo, e o mundo perdeu um ser humano extraordinário. Todos nós que tivemos a sorte de conhecer e trabalhar com Steve Jobs perdemos um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixou uma empresa que só mesmo ele poderia ter construído, e o seu espírito permanecerá para sempre como o alicerce da Apple."

Génio visionário


Considerado por muitos um "génio visionário" e um dos "grandes inventores norte-americanos" que "mudou o mundo", o seu nome tornou-se indistinto da empresa que criou, a Apple.

O seu nasceu na década de 70, numa garagem de Sillicon Valley, na Califórnia, quando Steven Paul Jobs e Steve Wozniak fundaram a empresa da maçã para desenvolver software informático. Em 1984, a Apple lançou o Macintosh e no ano seguinte, Steve Jobs deixou a Apple e fundou a NeXT, uma empresa de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação e administração.

A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Steve Jobs de volta à empresa que ajudou a fundar, tendo sido presidente executivo de 1997 a 2011, ano em que - já a sofrer de cancro - renunciou ao cargo e recomendou Tim Cook (o número dois da empresa) como seu sucessor.

Sob a orientação de Jobs, a Apple lançou o IMac, o primeiro computador com caraterísticas avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, o plástico translúcido e colorido (os PC's tinham anteriormente o bege como cor padrão.

Com Steve Jobs, a Apple não se ficou só pelo mercado informático, marcando pontos também na área das telecomunicações (iphone), da música digital (MP3) e dos novos meios, com a introdução em 2001 do IPod.

Nova linguagem de animação 3D


Steve Jobs foi também proprietário da Pixar da Lucasfilm, que anos mais tarde ficaria conhecida por criar uma nova linguagem de animação 3D para desenhos animados. Em parceria com a Disney, criou e produziu filmes em 3D como "Toy Story", "À procura de Nemo", Ratatui" e "Carros".

Um cancro no pâncreas e posterior transplante de fígado levou Jobs a abandonar os comandos da Apple este ano.

Filho de estudantes universitários e criado como filho adotado, Jobs casou-se duas vezes e teve quatro filhos.

Uma biografia autorizada de Steve Jobs deverá chegar em novembro às livrarias portuguesas sob a chancela da editora Objectiva. Escrita pelo jornalista norte-americano Walter Isaacson, a obra é o resultado de mais de quarenta entrevistas ao co-fundador da Apple.


Recorde o fundador da Apple (fotogaleria)

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/steve-jobs-um-fim-anunciado-fotogaleria=f678446#ixzz1a1COjwkw

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cidades flutuantes para o ano 2100

Futuro
Cidades flutuantes para o ano 2100- "Será que estarei cá, para ver isto?"



A pensar nos milhares de refugiados que resultarão da inundação das cidades costeiras pela eventual subida do nível do mar no final do século, o arquitecto Vincent Callebaut idealizou um novo conceito de unidade urbana.

As alterações climatéricas e a previsão de subida das águas do mar irão produzir milhares de refugiados que necessitam de ser realojados. A partir desta previsão, o arquitecto Vincent Callebaut imaginou para 2100 uma unidade urbana pronta a receber 50 000 pessoas.

Intitulada Lilypad, a cidade será flutuante, funcionará nos oceanos e poderá ser multiplicada as vezes necessárias, uma vez que é auto-suficiente. Se as previsões da ONU se confirmarem, em 2100 o número de refugiados das zonas costeiras inundadas com a subi-da do mar em cerca de um metro poderá chegar aos 250 milhões, pelo que os oceanos poderão ser povoados de cidades flutuantes.

Do ponto de vista da forma, o conceito que suporta Lilypad baseia-se na Victoria régia, um nenúfar gigante que pode ser encontrado na Amazónia e é feito de uma fibra natural extremamente elástica e plástica, que assim permite que flutue na água.

Com o "objectivo de criar um sistema harmonioso baseada na dupla ser humano/natureza, bem como explorar novos modos de habitar no mar recorrendo a espaços colectivos fluidos e de pro- ximidade, potenciando a inclu-são social e o encontro de todos os cidadãos, nativos da nova cidade ou estrangeiros, novos ou velhos…", o arquitecto belga ampliou a forma desta espécie natural 250 vezes para criar um sistema urbano.

De facto, a cidade pode ser posicionada em qualquer massa de água do globo e terá conceitos terrestres e aquáticos. Por um lado, será centrada num lago, a partir do qual se organizam três grandes áreas, que correspondem às funções de trabalho, lazer e serviços. Cada uma destas zonas será dotada de uma marina e uma montanha, esta última uma clara alusão ao imaginário da paisagem terrestre.

Uma rede orgânica de infra-estruturas e vias une as montanhas e dará acesso a habitações e jardins suspensos, também eles organizados de uma forma ondulante e sinuosa. Os materiais de construção idealizados pelo arquitecto são as fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio.

Quanto à produção e consumo de energia, Lilypad será auto-suficiente e não emitirá gases poluentes: assim o lago central terá água doce recolhida das chuvas, e ser-virá de reservatório natural para a água potável. As fontes de energia ali utilizadas serão todas renováveis, como solar térmica e fotovoltaica, energia das marés, eólica, com fitopurificação da água para consumo dos seus habitantes e reciclagem dos resíduos por eles produzidos.

Para o seu autor, Lilypad é uma "antecipação particular da literatura de Júlio Verne, mas também uma alternativa possível de uma ecopolis multicultural, cujo metabolismo estará em perfeita simbiose com os ciclos da natureza", explica.

Temos entretanto de esperar 90 anos para a aferição desta ideia simultaneamente utópica e esperançosa.

Para já, existem todos os anos mais de 210 milhões de desalojados no mundo vítimas do clima, a aguardar respostas urgentes.