When You Believe- Whitney Houston, Mariah Carey

terça-feira, 24 de maio de 2011

O 'hotel verde'

Dormir

O 'hotel verde'
Abriu portas a primeira unidade portuguesa alimentada quase a cem por cento por energias renováveis
Joana Loureiro (texto) e Filipe paiva (foto)
12:59 Quarta feira, 18 de Mai de 2011
Visão



À medida que avançamos na estrada, as casas escasseiam e a vegetação adensa-se, até não se avistar vivalma.

Não é fácil chegar ao Hotel Rural Vale do Rio, em Palmaz, Oliveira de Azeméis, que abriu portas no passado dia 5, com 30 quartos virados para o rio Caima.

Para quem pretende "vender sossego" a preços entre €80 e €180, este é o cenário ideal. Mas a ideia do primeiro hotel convencional, por cá, a funcionar só com energias renováveis nasceu por acaso.

Quando a Carlos Alegria S.A., empresa lisboeta ligada às energias renováveis, comprou o terreno de dois hectares, nas margens do Caima, planeava apenas explorar a mini-hídrica obsoleta, de 1800, a precisar de uma intervenção urgente. Contudo, conta Rita Alves, a diretora da unidade de quatro estrelas, "cada engenheiro que por aqui passava ficava entusiasmado com o local".

Resolveram, então, aproveitar o espaço disponível para criar um projeto hoteleiro de raiz, apesar da falta de experiência no ramo. Durante quatro anos, desenvolveram soluções capazes de incorporar no hotel várias formas de energia verde o que "foi complicado".

A principal fonte energética do Vale do Rio é a hídrica, ativada pelo caudal do Caima, desviado por canais próprios até às turbinas. Há, também, uma caldeira de biomassa, um motor a óleo vegetal e painéis solares, térmicos e fotovoltaicos. "É um projeto 98% verde", precisa Rita Alves.

"Numa unidade de quatro estrelas, com muitas exigências, é preciso ter sempre um 'Plano B', para falhas." Os promotores não ficaram a salvo de críticas. Na construção do empreendimento, houve a fuga de bichos do seu habitat. "Viver com dez gruas assusta", diz a diretora. "Mas vamos começar a fornecer alimentação para os animais voltarem às margens do rio." Prevê-se, ainda, a criação de um parque natural.

O hotel gerou cerca de 30 postos de trabalho, maioritariamente ocupados por habitantes de Palmaz. E, por ali, acredita-se que o futuro será risonho.


O Dado
€3,5 milhões - Investimento feito no Hotel Rural Vale do Rio, que contou com uma generosa fatia de fundos comunitários

quarta-feira, 27 de abril de 2011

I Feira Ibérica de Sustentabilidade Urbana 7 a 9 de Junho de 2011, Bragança

O Município de Bragança http://www.cm-braganca.pt está a organizar a I Feira Ibérica de Sustentabilidade Urbana, que decorrerá entre 7 e 9 de Junho de 2011 nesta cidade.
http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=38506¬iciaId=46442&pastaNoticiasReqId=44435


Esta Feira é composta por um conjunto complementar de iniciativas e constituirá um espaço de divulgação e disseminação de boas práticas relacionadas com a sustentabilidade urbana, abrangendo as temáticas da Eco-Construção, Eco-Energia, Eco-Produtos e Eco-Turismo.

Durante estes dias de Junho, decisores, técnicos, profissionais e empresários poderão encontrar em Bragança um espaço expositivo, na Praça Camões, e um espaço de workshops, no Centro Cultural Municipal.

No espaço expositivo, as empresas terão à disposição um espaço privilegiado para a apresentação dos seus produtos, soluções, serviços, tecnologias e projectos, abrangendo as temáticas da Eco-Construção, Eco-Energia, Eco-Produtos e Eco-Turismo. No espaço de workshops, decorrerão quatro workshops, um para cada um dos temas indicados em cima, onde serão efectuadas apresentações por especialistas Portugueses e Espanhóis destas áreas e discutidos diversas facetas destes sectores com quem desejar participar.
A participação nos workshops é gratuita e os seus programas serão divulgados em breve.

Os interessados poderão aceder e descarregar informação adicional sobre a Feira aqui:
http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=38506¬iciaId=46442&pastaNoticiasReqId=44435


Cordialmente
Rui Borralho


Rui Borralho
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sexta-feira, 18 de março de 2011

Igreja da Sagrada Família em Barcelona

Igreja da Sagrada Família em Barcelona

A construção da Sagrada Família começou 125 anos atrás. É uma das mais famosas obra-primas inacabadas do mundo, e os críticos dizem que a versão final do edifício de Gaudi vai parecer muito pouco com o projeto original. Gaudí se recusou de desenhar todo o projeto durante a construção e preferiu fazer alterações com a obra em andamento. Os desenhos originais, durante a Guerra Civil espanhola, foram muito estragados pelos anarquistas. Gaudí passou 40 anos supervisionando o trabalho no edifício, e quando morreu, em 1926, a igreja estava longe de terminar. Jordi Bonet, ajudado por um escultor e uma equipe de 40 empregados, passou a realizar o trabalho de terminar o edifício após a morte de Gaudí.




foto Getty Images

foto de Murdo Macleod



foto de Toni Albir/EPA



Josep Maria Subirachs trabalhou na fachada oeste da igreja, a qual exibe a paixão de Cristo.

foto de Tibor Bognar/Corbis


foto Disc/Getty Images

foto de Barry J. Holmes/Rex Features


foto de Santiago Lyon/AP
O projeto tem espirais, como essa escada da torre do sino.


foto de Kevin Foy/Rex Features

Foto de Grant Faint/Getty Images



Em 2005, a Sagrada Família foi ultrapassada no horizonte de Barcelona pela Torre Agbar, projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel.

foto de Cesar Rangel/AFP
Vincent Callebaut a le pouce vert à Hong-Kong





Rendre ses parfums au « Port aux parfums », tel était l’objectif de l’architecte visionnaire belge Vincent Callebaut en imaginant son projet intitulé « Jungle urbaine ». Né dans le cadre d’un concours de la ville de Hong-Kong afin de promouvoir l’image de la baie et lui offrir un environnement de qualité durable, ce projet visa à lutter contre la pollution. Il offre également des services permettant d’améliorer la qualité de vie des citoyens hongkongais comme des opéras subaquatiques, des promenades piétonnes, des pistes cyclables et des musées océanographiques.
Epoustouflant.

Fazer perfumes no "Porto de perfume", como era o objetivo do visionário arquitecto belga Vincent Callebaut, imaginando seu projecto intitulado "Urban Jungle". Nascido no âmbito da assistência a partir da cidade de Hong Kong para promover a imagem da baía e oferece um ambiente de qualidade durável, este projecto foi a luta contra a poluição. Ele também oferece serviços para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de Hong Kong como operações submarinas, passeios pedestres, ciclovias e oceano museus.
Tirar o fôlego.







Cidades flutuantes para o ano 2100

Futuro
Cidades flutuantes para o ano 2100- "Será que estarei cá, para ver isto?"



A pensar nos milhares de refugiados que resultarão da inundação das cidades costeiras pela eventual subida do nível do mar no final do século, o arquitecto Vincent Callebaut idealizou um novo conceito de unidade urbana.

As alterações climatéricas e a previsão de subida das águas do mar irão produzir milhares de refugiados que necessitam de ser realojados. A partir desta previsão, o arquitecto Vincent Callebaut imaginou para 2100 uma unidade urbana pronta a receber 50 000 pessoas.

Intitulada Lilypad, a cidade será flutuante, funcionará nos oceanos e poderá ser multiplicada as vezes necessárias, uma vez que é auto-suficiente. Se as previsões da ONU se confirmarem, em 2100 o número de refugiados das zonas costeiras inundadas com a subi-da do mar em cerca de um metro poderá chegar aos 250 milhões, pelo que os oceanos poderão ser povoados de cidades flutuantes.

Do ponto de vista da forma, o conceito que suporta Lilypad baseia-se na Victoria régia, um nenúfar gigante que pode ser encontrado na Amazónia e é feito de uma fibra natural extremamente elástica e plástica, que assim permite que flutue na água.

Com o "objectivo de criar um sistema harmonioso baseada na dupla ser humano/natureza, bem como explorar novos modos de habitar no mar recorrendo a espaços colectivos fluidos e de pro- ximidade, potenciando a inclu-são social e o encontro de todos os cidadãos, nativos da nova cidade ou estrangeiros, novos ou velhos…", o arquitecto belga ampliou a forma desta espécie natural 250 vezes para criar um sistema urbano.

De facto, a cidade pode ser posicionada em qualquer massa de água do globo e terá conceitos terrestres e aquáticos. Por um lado, será centrada num lago, a partir do qual se organizam três grandes áreas, que correspondem às funções de trabalho, lazer e serviços. Cada uma destas zonas será dotada de uma marina e uma montanha, esta última uma clara alusão ao imaginário da paisagem terrestre.

Uma rede orgânica de infra-estruturas e vias une as montanhas e dará acesso a habitações e jardins suspensos, também eles organizados de uma forma ondulante e sinuosa. Os materiais de construção idealizados pelo arquitecto são as fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio.

Quanto à produção e consumo de energia, Lilypad será auto-suficiente e não emitirá gases poluentes: assim o lago central terá água doce recolhida das chuvas, e ser-virá de reservatório natural para a água potável. As fontes de energia ali utilizadas serão todas renováveis, como solar térmica e fotovoltaica, energia das marés, eólica, com fitopurificação da água para consumo dos seus habitantes e reciclagem dos resíduos por eles produzidos.

Para o seu autor, Lilypad é uma "antecipação particular da literatura de Júlio Verne, mas também uma alternativa possível de uma ecopolis multicultural, cujo metabolismo estará em perfeita simbiose com os ciclos da natureza", explica.

Temos entretanto de esperar 90 anos para a aferição desta ideia simultaneamente utópica e esperançosa.

Para já, existem todos os anos mais de 210 milhões de desalojados no mundo vítimas do clima, a aguardar respostas urgentes.

SEUL RECEBE A PONTE DO FUTURO


Não deixa de ser uma ponte, mas o seu design impede-a de ser apenas mais uma estrutura de passagem no centro de Seul. A questão ambiental não foi ignorada, mas anda de mão dada com a cultura, o lazer e as novas tecnologias. Bem-vindos ao futuro, onde, no que toca à sua função, nenhum espaço é unidimensional.




Tal como Londres ou Paris, a capital da Coreia do Sul é atravessada por um rio. Perto de 30 pontes ligam já as duas margens do Han, mas a Paik Nam June Media Bridge promete ser mais do que uma simples estrutura de passagem; tornar-se-á, antes, num novo ponto central da cidade. Esta é a ambiciosa meta traçada pelo gabinete de arquitectura Planning Korea, que apresenta um projecto futurista e, como tal, concebido para ser amigo do ambiente.

A totalidade da extensão da ponte, correspondente a 1,08 quilómetros, será coberta com painéis solares, de forma a que a própria infraestrutura gere a energia necessária aos diversos espaços de lazer que foram projectados no seu interior. Aí inclui-se um museu, uma biblioteca pública direccionada para os transeuntes mais jovens e um centro comercial (quando dissemos que esta era a ponte do futuro, não estávamos a exagerar).

E para ninguém ficar de fora, a ponte terá faixas de rodagem para automóveis e bicicletas, bem como um percurso para peões. Qualquer que seja o modo de transporte, a paisagem não pode deixar de ser apreciada, já que, além do rio e de todo o cenário urbano envolvente, será instalada na ponte uma série de jardins cujo crescimento é garantido pelos recursos locais - água do rio e das chuvas, ventilação e luz natural.



As funcionalidades da Paik Nam June Media Bridge não ficam, contudo, por aqui: desenhada a pensar no tráfego do rio Han, a ponte dispõe de um cais preparado para acolher iates, cruzeiros e também os chamados táxis aquáticos.

Um pormenor ainda não revelado: o nome da ponte é, na verdade, uma homenagem ao artista Nam June Paik (1932-2006), considerado o "pai" da videoarte. São célebres as diversas esculturas que concebeu a partir de televisões - o mais emblemático exemplo é a peça "Pre-Bell-Man", instalada em frente ao Museum für Kommunikation, em Frankfurt, na Alemanha - e as performances multidisciplinares que combinavam música, encenação e, claro, vídeo. Desta forma, os arquitectos da Planning Korea promovem a cobertura da ponte como uma autêntica "tela" onde artistas de todo o mundo podem projectar os seus trabalhos media.





Vídeo com o making-of da maqueta da ponte e comentários do director criativo:


Paik Nam June Media Bridge Making Film from PLANNING KOREA on Vimeo.



Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/11/a_ponte_do_futuro.html#ixzz1GwGSh1me

Nem tudo que Flutua é um Ark-Hotel

Nem tudo o que flutua é um hotel. Pois bem: neste caso, é. Não um barco de cruzeiro, não um iate de um qualquer milionário. Aqui agarramos o touro pelos cornos e passamos a habitar a superfície das águas invasoras. O Ark Hotel transforma a arca da salvação das espécies num elegante bio-hotel, onde até Noé é um passageiro VIP.


Não vale a pena dizer «Não posso crer!» que o nível do mar está a subir. Se o nível do mar está a subir, logo menos espaço terrestre nos sobra – aos incautos humanos e às cândidas outras criaturas. Ora, numa espreitadela futurista saltamos sobre o invasor e passamos a habitá-lo. Fiquem a conhecer por dentro e por fora le nouvel Ark Hotel.

A arquitectura deparou-se com um periclitante novo paradigma. O mundo hoje não suporta mais repentinas ventanias e está cada vez mais semelhante a um castelo de cartas. Os tempos idos comprovam ciclos naturais marcados por apoteóticas catástrofes e, alegam uns e comprovam as estatísticas da frequência de calamidades, um novo ciclo está iminente.

Concordemos que de tempos a tempos todo o ser inteligente se livra das impurezas e que o dilúvio bíblico não é o único relato de um duche planetário. Hoje em dia, o ser humano detém a tecnologia suficiente para, pelo menos, adiar este exorcismo. Podemos parar de fazer comichão e sermos nós próprios a purificar, a enxugar, o planeta. Está na altura de reunir esforços para um futuro mais estável. Ou não. E é da fria Rússia que chega o protótipo flutuante – o Sputnik dos hotéis.


A Rússia nunca desejou manter uma paz fingida e já ninguém tem paciência para birras bélicas. É precisamente desta neve que chega o calor do futuro, da preservação da espécie humana – sem fronteiras, sem selecção, sem geopolitik. É um projecto aberto ao mundo, open source, onde cabemos todos, sem a artificialidade selectiva de um perecido Noé, ou pseudo-conspirações hollywoodescas 21/12/2012. É hoje, na Rússia, que nasce o Ark Hotel.

Imerso nesta tomada de consciência, o escritório de arquitectura Remistudio desenvolveu, dentro no âmbito do programa Architecture for Disaster Relief, o conceito de um hotel flutuante, com uma bela e extravagante estrutura em forma de arco e uma parte inferior semelhante ao casco de um navio, aguentando marés fortes e desastres “naturais” (vamos jogar ao jogo vamos-enumerar-recordações-de-catástrofe-naturais a ver se isto faz sentido).







A arquitectura deste hotel permite a sua construção na água ou em terra firme. Quando em terra firme, o Ark Hotel pode ser utilizado em zonas de grande incidência de terramotos, porque o seu esqueleto de cabos de aço e arcos de madeira comprimidos permite que a energia do terramoto seja distribuída por todo o corpo do edifício. O Ark Hotel ergue-se a cerca de 30 metros de altura.

Uma eco-construção de tal estatura foi pensada como um conjunto de etapas sequenciais. Uma unidade de transformação de energia térmica em energia eléctrica é o suporte central energético de onde toda a disposição recebe a energia necessária. Segue-se a montagem da coluna vertebral, feita de arcos de madeira e cabos de aço comprimido, e de seguida a cobertura, transparente como convém à maximização da penetração da luz natural - 3200 metros quadrados de área cobertos por uma película mais leve que o vidro, o etileno tetrafluoretileno. O Ark Hotel é uma bonita estrutura, em forma de concha.

O edifício é retro-alimentado com um sistema de reutilização de água da chuva e placas fotovoltaicas instaladas na cobertura. É claro, isto é um hotel – tem quartos, distribuídos em quatro andares. Quando se acorda de manhã e se sai de sonhos levemente ondulantes para o pequeno-almoço atravessa-se o jardim interno – uma biosfera tipo estufa –, povoado por uma flora luxuriante e animais, toda esta natura escolhida de acordo com as diversas características de compatibilidade, reprodutibilidade, fornecimento de fontes de alimentação, eficiência de produção de oxigénio, etc.. Os pássaros voam livremente dentro deste hotel e as tulipas não morrem lentamente em jarras de cristal.

Esta estrutura futurista destaca-se pela autonomia, ou, como diz Alexander Remizov, do Remistudio, ao Daily Mail, pelo “sistema de suporte de vida independente”, garantindo aos seus “hóspedes” sobreviver (viver) a bordo durante meses seguidos. Talvez tempo suficiente para os presentes tempos.







De preferência, que não tenhamos a necessidade de colocar o pé nesta apetecível e pacífica arca, mas, de qualquer forma, é bom saber que temos um poiso na praticamente inevitável curva exponencial de suicídio colectivo. A tomada de consciência ou foi ontem, ou não foi. E não nos enganemos mais. Não é catastrofismo, é o tapete encardido que estendemos para nós próprios. Cada um de nós, mea culpa.

Por fim – enquanto nada de definitivo resulta das nossas acções para pacificar a relação com o único habitat que temos, há que encontrar soluções urgentes e simbióticas. Esta mini-utopia é uma manifestação de que é possível coexistirem humanos e restante natureza no mesmo planeta. O exemplo é excelente – eco-friendly é possível. Felizmente, temos “hotéis-arca”: um sítio agradável para passar as mais longas férias da história da humanidade.

Todos a bordo!

Mais trabalhos no site do gabinete Remistudio, criador do projecto.
Nota: não confundir este projecto com um outro Ark Hotel, edifício anti-sísmico construído em Changsa, China


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/03/nem_tudo_o_que_flutua_e_um_ark_hotel.html#ixzz1Gw7uyPM1