When You Believe- Whitney Houston, Mariah Carey

sábado, 18 de fevereiro de 2017

25 Dicas para uma casa mais sustentável

25 Dicas para uma casa mais sustentável



Aline Delgado - QUERCUS A.N.C.N.
Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve
muitas questões. Se pretende mudar de casa, é a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma sustentável, para que seja social,
económica e ambientalmente equilibrado.

Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve muitas
e importantes questões. Se pretende mudar de casa, eis a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma mais sustentável. A Quercus vai tentar
ajuda-lo nesta decisão, de forma a torná-la social, económica e
 ambientalmente equilibrada. Apresentando 25 sugestões, vamos tentar
contribuir para que a sua decisão seja o mais próxima dos seus padrões
de conforto, “poupando na sua carteira” ao mesmo tempo que
“poupa no ambiente”!


1. A localização de um edifício é muito importante no que respeita às
 necessidades térmicas do espaço interior. Estas necessidades estão
contempladas no Regulamento de Características de Comportamento
Térmico dos Edifícios (RCCTE), onde se apresentam estratégias que
contribuem significativamente para a melhoria do desempenho térmico
 dos edifícios. Procure aconselhamento especializado para verificar se a
casa que vai habitar cumpre este Regulamento tanto para a situação de
 Verão como para a situação de Inverno.

2. Prefira um local arejado com pouco trânsito automóvel, o que se traduz em
menos poluição e, bem servido de transportes públicos, para que os possa usar
em alternativa. Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho,
 desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente
mais saudável.


3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito
escolhendo uma casa maioritariamente orientada a Sul de molde a
minimizar consideravelmente as necessidades de aquecimento durante a
estação de Inverno. A radiação solar incide nas janelas de vidro e aquece de
 forma natural o espaço interior.

4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas
voltadas a Sul, verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado
exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno).

5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este)
ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente de persianas exteriores,
pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo,
 durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro,
pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.

6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras
divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhuma) para
o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através
 do vidro durante a estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa
 sem divisões orientadas a Norte, então tenha sempre presente esta questão.

7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação
 quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria,
o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito.
A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área
 de pavimento dessa divisão.


8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação.
Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade
de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte
de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural”
 canaliza a luz do exterior para o interior.

9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo
consumo e por iluminação localizada (só apenas onde é de facto necessária).
Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos para regulação
do ambiente luminoso.

10.
 Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos
electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de Classe A,
mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário
do que se pensa não são necessariamente mais caros.


11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício,
é determinante para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico.
Verifique na Ficha Técnica da Habitação (FTH) como são as paredes exteriores
 do edifício. Deverá optar por soluções de parede dupla com isolamento
ou parede simples com isolamento pelo exterior da parede.

12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de
calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma
temperatura constante no interior de sua casa. Prefira um material de isolamento
 com um baixo índice de condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo
teor de energia incorporada (energia consumida desde a extracção da
matéria prima até ao produto final).

13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico
(são fabricadas de forma a promover uma redução da transmissão térmica
 entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista
 de conservação de energia. No entanto, deverá optar por caixilharias com
 grelhas de ventilação, para facilitar a renovação do ar.
 
14. Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo
impacte ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua
vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos
materiais utilizados na sua casa.

15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e,
nos casos mais importantes, solicitar os certificados de conformidade de
 acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e
 acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

16.
 Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente
 isolada (poderá fazê-lo através da FTH). Prefira um isolamento imputrescível
e resistente à água, preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a camada de impermeabilização.

17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por
 isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água, ou pavimentos
com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas
térmicas ou outras patologias associadas através do solo (estas soluções
construtivas devem vir explicadas na FTH)

18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham
as condições de salubridade interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente
 ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando
 o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias
possuem dispositivos que permitem a ventilação.

19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o
conforto térmico. Seja selectivo na escolha da cor de sua casa, considerando que,
 as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras
(enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do calor do sol,
a mesma fachada, pintada com cor preta, pode absorver o calor do sol em 90%).


20. Se a casa que pensa habitar está provida de equipamentos que funcionam
 à base de energia renovável, tanto melhor! Se vai construir é altura de os
aplicar. De entre os vários existentes no mercado destacam-se:

Colectores solares térmicos

Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor,
permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento de água.
O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar
adequada serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável.

Painéis solares fotovoltaicos

Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento
de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol
 é convertida em energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em locais
 isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede.

Bombas de calor geotérmicas

São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento
do ambiente. Actuam como máquinas de transferência de calor. No Inverno,
absorvem o calor da Terra e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam
como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo, no solo.
Mini-turbinas eólicas

A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma
micro-escala. Embora as micro-turbinas eólicas mais comuns sejam colocadas
 no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas
no topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade
 de 50% a 90%.

Sistemas de aquecimento a biomassa

A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos
provenientes da limpeza das florestas, da agricultura e dos combustíveis
resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada,
 por exemplo, em sistemas de aquecimento, representando importantes
vantagens económicas e ambientais.


21. Existem no mercado torneiras de regulação do fluxo de água, que permitem
 reduzir o caudal estimulando a poupança deste recurso. Se a casa que
vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de caudal.

22. Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla
 descarga que induzem poupança de água. (Poderá ainda colocar quando possível,
 uma ou duas garrafas de água com areia no interior, dentro do depósito
do seu autoclismo. Isso significa poupar até 3 litros de água por descarga).

23. Se vai construir a sua casa e tem terreno disponível, tem a possibilidade
 de a equipar com mini estações de tratamento de água ou mini cisternas de
armazenamento de águas pluviais, para posteriores utilizações em descargas
 não potáveis (como regas de jardim, autoclismos ou lavagem de automóveis).



24. No caso de vir a habitar um edifício de vários condóminos, verifique se
no prédio existe espaço destinado a contentores adequados à separação
de resíduos domésticos.

25. Dentro de sua própria casa opte sempre por um depósito de resíduos
 domésticos com pelo menos três divisões para estimular a separação
destes resíduos.
 Para terminar, se tiver oportunidade de reabilitar em vez de construir de
novo, e se essa opção for economicamente viável, está desde logo a ter
uma atitude mais sustentável. Reabilitar um edifício existente possibilita a
 diminuição dos impactes resultantes da energia associada à produção de
um novo e da extracção das respectivas matérias-primas, para além de
contrariar a tendência do crescimento urbano excessivo e a ocupação e
impermeabilização de novas áreas de solo importantes para a conservação
 dos valores e equilíbrios naturais e para as várias actividades humanas!


Site: www.quercus.pt

E-mail: construcaosustentavel@quercusancn.org

domingo, 12 de fevereiro de 2017

ALGARVE COM 23 NOVOS PROJETOS DE HOTÉIS EM PIPELINE

ALGARVE COM 23 NOVOS PROJETOS DE HOTÉIS EM PIPELINE


 Categoria AlojamentoBusiness
O segmento turístico no Algarve continua a ser alvo de interesse, com uma carteira de 23 novos projetos hoteleiros previstos para a região. Os dados são avançados pela Confidencial Imobiliário no âmbito da análise dos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE em 2015 e 2016, os quais permitem perceber as intenções de investimento em desenvolvimento imobiliário.
Destes 23 projetos hoteleiros em carteira localizados no Algarve, para os quais foram emitidos pré-certificados energéticos nos últimos dois anos, 13 são resultado de nova construção, enquanto os restantes 10 são respeitantes a obras de reabilitação.
Os novos hotéis em pipeline são, na sua maioria, relativos a projetos três ou menos estrelas, sendo que apenas seis unidades das 23 previstas têm quatro ou mais estrelas. Desta última classificação, duas unidades situam-se em Lagos e as restantes quatro distribuem-se por Lagoa, Loulé, Portimão e Silves.
Em termos de dimensão, destacam-se dois projetos com mais de cinco mil metros quadrados (nomeadamente um localizado em Portimão, com cerca de 5,600 metros quadrados, e outro em Silves, com 5,100 metros quadrados) e outros dois com cerca de quatro mil metros quadrados cada (um em Lagoa e outro em Loulé).
A Confidencial Imobiliário dá ainda nota de que, entre estes quatro hotéis de maior dimensão, três resultam de construção nova e têm quatro ou mais estrelas. A outra unidade de dimensão maior diz respeito a uma intervenção de reabilitação, tendo uma classificação de três ou menos estrelas.
*Foto de Reuters
- See more at: http://www.ambitur.pt/algarve-com-23-novos-projetos-de-hoteis-em-pipeline/#sthash.QpvZBT1d.dpuf

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

IDEIAS ECOLÓGICAS DA SUIÇA PR CRIANÇAS E ADULTOS

Estas são algumas ideias vindas da Suíça, onde as pessoas tem um espaço para estarem com crianças e ainda por cima podem passear os seus animais, de estimação que tem ali um espaço para as pessoas correrem e estarem com os seus animais de estimação e crianças e brincarem com liberdade.
Vim encantada e faxinada com esta viagem a este destino maravilhoso.





sábado, 19 de novembro de 2016

Professor universitário usa restos de madeira para criar piso que gera energia

Professor universitário usa restos de madeira para criar piso que gera energia

A ideia é tornar esse piso acessível para aplicação em qualquer espaço e com custos iguais aos dos pisos comuns.


A chave para o produto são as nanofibras de celulose, que após um tratamento químico, podem gerar carga elétrica. | Foto: Stephanie Precourt/Divulgação

O professor Xudong Wang, que trabalha nos laboratórios de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Wisconsin (EUA), desenvolveu um piso que feito a partir de materiais reaproveitados e com potencial para gerar energia limpa incessantemente.
A base para a criação são os restos de madeira, o mesmo material já usado em diversos pisos convencionais. O que ele e seu aluno Chunhua Yao fizeram de diferente foi aproveitar o potencial energético deste material e associá-lo a outros componentes que juntos atuam como geradores de energia.
Na descrição do projeto, os cientistas explicam que a chave para o produto são as nanofibras de celulose que, quando tratadas quimicamente e em contato com fibras não tratadas, produzem uma carga elétrica. Segundo eles, essa tecnologia poderia ser tão acessível quanto um piso comum.
Os custos do processo são grandes diferenciais quando se fala em pisos que geram energia, já que superfícies que transformam as passadas ou movimento em eletricidade costumam ser muito caros. Há anos a dupla vem estudando a eletricidade proveniente das vibrações, até que chegassem em um modelo ideal.
Os pesquisadores testaram diferentes materiais que maximizassem um tipo de energia gerada pela tecnologia nanogedora triboelétrica. A triboeletricidade é o mesmo fenômeno que produz a eletricidade estática nas roupas. O tratamento das fibras de celulose apenas torna mais eficaz o aproveitamento desta energia que já existe.
A ideia é tornar esse piso acessível para aplicação em qualquer espaço, desde residências até áreas extremamente movimentadas, como shoppings ou calçadas. Os testes já realizados mostraram que o sistema pode funcionar por milhares de ciclos sem apresentar problemas ou danificações. O que objetivo dos pesquisadores agora é otimizar a tecnologia para torná-la comerciável. Os cientistas não informam quanto de energia pode ser produzido a cada metro quadrado do produto.
Redação CicloVivo
http://ciclovivo.com.br/noticia/professor-universitario-usa-restos-de-madeira-para-criar-piso-que-gera-energia/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Humor--Equilibrio é necessário e Visão


POR MELHOR ARQUITECTO QUE UM HOMEM SEJA, POR VEZES, PERDE-SE NO 

EQUILÍBRIO, NA FORMA, NA ESTRUTURA, NA MEDIDA E EXCEDE-SE NA DOSE.

TUDO DEVE TER PESO E EQUILÍBRIO, SE NÃO EXISTIR ESSE EQUILÍBRIO, A ARTE 

DESEQUILIBRA-SE E PARTE.

TENHAM CUIDADO COM A MEDIDA E FORMAS, OS EXCESSOS SÃO DEMAIS,AHAHA

Never forget this--be happy


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

14 tendencias arquitectónicas que definirán la próxima década

14 tendencias arquitectónicas que definirán la próxima década





  • 06:00 - 7 Marzo, 2015
  •  
  • por 
  •  
  • Traducido por José Tomás Franco



  • Cortesía de MAD
    Cuando piensas en el futuro, ¿cómo te imaginas el entorno construido? De acuerdo con este artículo, publicado originalmente en The Huffington Post, el futuro está más cerca de lo que pensamos - si revisamos una serie de proyectos actuales que ya están respondiendo a las necesidades y deseos imaginarios de la próxima generación. Desde una torre con pisos en rotación hasta un parque con la capacidad de limpiar sus aguas residuales; revisa a continuación catorce proyectos que encarnan -probablemente- la arquitectura del mañana.
    © The LivingCortesía de Diller Scofidio + Renfro with Hargreaves Associates and Citymakers14 tendencias arquitectónicas que definirán la próxima década
    "Cada gran arquitecto es -necesariamente- un gran poeta. Debe ser un gran intérprete original de su tiempo, de su época, de su edad".
    Esa frase pertenece a un innegable gran arquitecto, Frank Lloyd Wright, cuya visión del diseño e innovadora planificación urbana le permitió dejar su propia marca en la arquitectura. Creemos que Wright no fue sólo un intérprete de su tiempo, si no que además fue capaz de prever las necesidades y deseos de las generaciones siguientes. El arquitecto es -necesariamente- un visionario capaz de mirar hacia el futuro.
    En el espíritu de estas supuestas habilidades de adivinación de algunos arquitectos, hemos preparado una lista de 14 diseños contemporáneos que nos dan una cierta luz sobre el futuro de nuestro entorno urbano. ¿Es esta la arquitectura del mañana?
    1. Puentes Hipnóticos
    ¿Por qué diseñar aburridos puentes artesanales o en forma de arco cuando podemos construir hazañas arquitectónicas masivas como la que vemos en la imagen? El impresionante diseño ondulante, destinado a funcionar como una pasarela peatonal sobre el río Dragon King Harbour en China, es creación de los arquitectos de NEXT Architects. El diseño del puente consta de tres carriles individuales "enrroscados" para levantarse sobre el pintoresco paisaje de Changsha.
    Cortesía de NEXT Architects
    Cortesía de NEXT Architects
    La propuesta ganó un concurso internacional asociado a un nuevo parque público en la zona el año pasado, y el proyecto está actualmente en construcción. "La construcción de las conexiones que se cruzan se basa en el principio del anillo de Möbius", afirma Michel Schreinemachers en el sitio web de NEXT. "Por otro lado, se refiere a un nudo chino que proviene de un arte popular decorativo antiguo",asegura John van de Water.
    2. Rascacielos en Rotación
    Esta imagen de un rascacielos de 80 pisos, imaginado por David Fisher de  Dynamic Architecture en 2008, es una representación exagerada del futuro de Dubai. ¿Por qué? Porque gira.
    Hipotéticamente, el enorme edificio tendría niveles que se mueven ligeramente, completando una rotación de 360 ​​grados cada 90 minutos. De esta manera, nos olvidamos de la lucha por un departamento con la mejor orientación; las unidades tendrían las cuatro direcciones cardinales cubiertas. Por otro lado, el edificio estaría equipado con gigantes turbinas de viento para generar electricidad para sus habitantes, y los que vivan en los niveles superiores podrán estacionar su automóvil en su departamento gracias a innovadores y amplios ascensores.
    No estamos seguros de que este diseño llegue a buen término (se diseñó inicialmente para estar funcionando el año 2010), pero es, sin duda, un espectáculo visual digno de analizar.
    En noviembre de 2013, el Instituto Strelka anunció el ganador de un concurso internacional de dos etapas para diseñar el Parque Zaryadye, primer parque público de Moscú en más de 50 años. El ganador fue Diller Scofidio + Renfro (en colaboración con Hargreaves Associates y Citymakers), quien propuso este diseño particularmente impresionante sobre la base de una teoría del "Urbanismo Salvaje", o el concepto de un "paisaje híbrido en el que lo natural y lo construido cohabitan para crear un nuevo espacio público".
    Cortesía de Diller Scofidio + Renfro with Hargreaves Associates and Citymakers
    Cortesía de Diller Scofidio + Renfro with Hargreaves Associates and Citymakers




  • El parque contará con cuatro tipologías de paisaje -tundra, estepa, bosques y humedales-, integrando micro-climas aumentados que permitirán que el parque funcione permanentemente como espacio público abierto durante los largos inviernos extremos de Rusia. Los entornos de su cuasi-interior implicarán temperaturas reguladas, además de viento y luz del día simulados y controlados

    4. Arquitectura Invisivel
    La arquitectura invisible es la tarjeta de visita del diseño de ciencia ficción y los arquitectos de hoy en día se están acercando lentamente a ella. Por supuesto, hablamos de la Infinity Tower en Corea del Sur, en la que "la ilusión de invisibilidad se consigue con un sistema de fachadas LED de alta tecnología, utilizando una serie de cámaras que enviarán imágenes en tiempo real a la superficie reflectante del edificio".
    Cortesía de stpmj
    Cortesía de stpmj
    Pero también existe una estructura más pequeña, diseñada por la oficina de arquitectura stpmj. El granero en forma de paralelogramo se construye de madera y una película de espejos, a un costo de $5,000 dólares. La idea es "difuminar los límites de percepción" entre el objeto y el entorno, según la descripción de los arquitectos.
    Para su serie "Isla Dauphin", el artista español Dionisio González ha diseñado oníricas fortalezas futuristas a base de hierro y hormigón, fusionando el papel de artista con la de arquitecto, ingeniero y urbanista. Los edificios singulares -híbridos entre una casa de playa, un búnker y una nave espacial- fueron diseñados teniendo a los residentes de la isla en mente. Situado en la costa de Alabama, en el Golfo de México, la pequeña masa de tierra es conocida por experimentar huracanes perpetuos y catastróficos. Cuando una tormenta golpea la pequeña isla de alrededor de 1.200 personas, a menudo arrasa con gran parte de la costa, obligando a sus habitantes a reconstruir sus casas una y otra vez.
    Cortesía de Dionisio González y Yusto/Giner Gallery
    Cortesía de Dionisio González y Yusto/Giner Gallery
    Estas estructuras no están programadas para ser reales, pero sin duda pintan un cuadro interesante de lo que las viviendas futuristas podrían llegar a ser.
    6. Chalecos para Rascacielos
    El Burj Khalifa de Dubai es ampliamente conocido como el edificio más alto del mundo, con 828 metros de altura y 160 pisos. La estructura en sí es fascinante, pero lo que es aún más intrigante es la estrambótica y bizarra propuesta de un grupo de expertos para cubrir el imponente rascacielos en una gigante tela hecha de material reflectante.
    Cortesía de OP-EN
    Cortesía de OP-EN
    El proyecto se llama EXO-BURJ y busca envolver todo el edificio en una "material de tela super-ligero, reflexivo y semi-transparente". El "chaleco" temporal reflejaría las escenas urbanas a su alrededor.
    7. Plantas de Energía Verdes
    ¿Qué se puede hacer con una anticuada y monstruosa planta de energía en el futuro? Quizás la respuesta esté en entregar a estos espacios un cambio de imagen verde, con el fin de servir a dos funciones: embellecer la estructura y proporcionar una nueva forma de hacer frente a las emisiones de CO2.
    Cortesía de AZPA
    Cortesía de AZPA
    Así es como funcionaría: La firma de arquitectura AZPA (Alejandro Zaera-Polo Architecture) planea convertir la planta de energía de Vattenfall Wedel en Alemania en un nuevo complejo industrial que se construye a partir de las instalaciones anteriores y se envuelve con una piel corrugada de enredaderas. Esta piel estratégicamente colocada no sólo suavizaría la estética exterior de la planta, sino que crearía una funda vegetal para absorber las emisiones de CO2. AZPA describe el esfuerzo, imaginado en 2013, como "un intento de resolver el conflicto entre el medio ambiente natural y el entorno construido por el hombre".
    8. Torres de Compostaje
    A principios de este año, el Museo de Arte Moderno y el MoMA PS1 seleccionó una "torre circular de ladrillos orgánicos y reflectivos" de The Living -llamado "Hy-Fi"- como el ganador de la 15ª edición del Programa de Jóvenes Arquitectos (YAP). La estructura temporal se construye a partir de un nuevo método de incorporar materiales totalmente bio-orgánicos.
    © The Living
    © The Living
    La torre implicará "el apilamiento de dos nuevos materiales: ladrillos ecológicos fabricados en Ecovative y ladrillos reflectantes, diseñados por 3M, que se utilizaron para para permitir el crecimiento de ladrillos orgánicos antes de su implementación en la estructura".
    Bonus: De acuerdo con la página del MoMA, Hy-Fi es la primera estructura con cero emisión de carbono durante su proceso de construcción y representa un diseño 100% compostable. "Recurriendo a los últimos avances de la biotecnología, se ha reinventado el componente más básico de la arquitectura -el ladrillo-, disparando sus posibilidades de diseño clásico".
    Olvidémonos de los decoradores de interiores, porque el diseño de los interiores del futuro estará a cargo de las impresoras 3D. Los arquitectos Benjamin Dillenburger y Michael Hansmeyer han desarrollado el proyecto "Digital Grotesque", imprimiendo una habitación completa y creando un cubo de 16 metros cuadrados decorado con una increíble ornamentación, a modo de catedral futurista.


  • "Nuestro objetivo es crear una arquitectura que desafíe cualquier clasificación y el reduccionismo", afirma el sitio web del equipo. "Grotesque Digital se encuentra entre el caos y el orden, entre lo natural y lo artificial, no es extranjero ni familiar. Toda referencia a la naturaleza o estilos existentes no están integrados en el proceso de diseño, pero las asociaciones son evocadas a través del ojo del espectador".
    10. Piscinas Flotantes
    Este proyecto, diseñado por Family y PlayLab, planea llevar un enorme sistema de filtración a las aguas grises existente entre Manhattan y Brooklyn, en Nueva York. El proyecto tomaría la forma de una larga piscina flotante de 164 metros y está pensado para construirse el año 2016 - si todos los esfuerzos de financiación salen según lo planeado.



    En una declaración emitida a fines de 2013, Archie Lee Coates IV, Dong-Ping Wong y Jeff Franklin anunciaron el inicio de la construcción de una versión experimental de la piscina en un laboratorio de flotación, con fondos de Kickstarter.
    Con fecha de lanzamiento prevista para este verano, la mini piscina pondrá a prueba las membranas de filtración en las condiciones reales de un río.
    11. Salas de Conciertos Inflables
    Esta es la primera sala de conciertos inflable del mundo, titulada "Ark Nova". El escultor británico Anish Kapoor y el arquitecto japonés Arata Isozaki se unieron para crear la estructura, con la intención de recorrer las áreas de Japón afectadas por el terremoto de 2011. Es una idea novedosa que podría replicarse como estrategia de diseño en muchos otros campos.



    "Me siento honrado de haber sido invitado a participar en este proyecto", afirma Kapoor en el sitio de Ark Nova. "La estructura define un espacio para la comunidad y para la música en la que el color y la forma funcionan como envolvente. Espero que la devastación pueda ser superado a través de la creatividad. La música puede dar consuelo y reunir a la comunidad y, al hacerlo, puede ayudarnos a darnos cuenta que no estamos solos".
    La idea de la construcción de 24 pisos en madera es bastante sorprendente.


    Courtesy of C.F. Møller and DinellJohansson
    Courtesy of C.F. Møller and DinellJohansson

    Y podría convertirse en realidad si la oficina danesa CF Møller - ganadora del concurso de arquitectura HSB Estocolmo en 2013 - sigue adelante con su idea. El diseño (en la foto) es uno de los tres "rascacielos residenciales ultramodernos" previstos para el centro de la ciudad de Estocolmo en 2023. El problema es que sólo una de estas propuestas será construida.
    13. Parques de Esponja
    No es ningún secreto que el canal Gowanus de Nueva York es un caldo de cultivo de desechos tóxicos, escorrentías contaminadas y aguas negras. Sin embargo, un pequeño proyecto conocido como"Sponge Park" es la esperanza para transformar el entorno local de Brooklyn en un limpio santuario de aguas filtradas, entregando un nuevo modelo urbano de áreas cercanas al agua.


    Cortesía de dlandstudio
    Cortesía de dlandstudio

    Gowanus Canal Conservancy y la oficina de paisajismo dlandstudio, anunciaron el año pasado que planean emplear un sistema de buffers y humedales de remediación para frenar, absorber, filtrar y hacer correr las aguas contaminadas del canal, antes de alcanzar el drenaje. Por lo tanto, no sólo convertirá 11,4 hectáreas de campos contaminados en un escenario agradable frente al mar, si no que además proporcionará un medio para absorber contaminantes nocivos provenientes de las zonas industriales.
    "En un proceso denominado fitorremediación, plantas especialmente seleccionadas metabolizan los contaminantes y metales pesados ​​presentes en el agua contaminada", explica la Sociedad Americana de Arquitectos Paisajistas en su página web. "El agua sucia del sistema de alcantarillado combinado se captura en los tanques de almacenamiento subterráneos y lentamente se libera en el paisaje".
    14. Skylines de ciencia ficción
    En 2014, la empresa de arquitectura MAD reveló su proyecto para el Chaoyang Park Plaza, un centro de rascacielos, edificios de oficinas y espacios públicos con una forma inspirada en las montañas y los lagos del paisaje chino. El Complejo se encuentra actualmente en construcción en Beijing, y resultará en un skyline que parece sacado de una novela futurista.


    Cortesía de MAD
    Cortesía de MAD

    "Mediante la transformación de las características de la pintura china clásica -como lagos, manantiales, bosques, arroyos, valles y piedras-, en modernos paisajes urbanos, el espacio genera un equilibrio entre la alta densidad de lo construido y lo natural", escribe MAD en su sitio web. "Las formas de los edificios hacen eco de lo que se encuentra en los paisajes naturales y re-presenta la naturaleza en el ámbito urbano".
    En Beijing, su impresionante skyline del futuro ya se encuentra en construcción.