When You Believe- Whitney Houston, Mariah Carey

sexta-feira, 7 de abril de 2017

CPD: SUSTAINABLE STEEL BUILDINGS


CPD: SUSTAINABLE STEEL BUILDINGS


Steel offers sustainability credentials through the whole life-cycle of a building, and is an excellent choice of framing material to deliver high-scoring BREEAM projects. This CPD module, sponsored by Steel for Life, outlines the main points to consider. Click here to take the module. =
http://www.building.co.uk/survey.aspx?survey=1353
A recent survey identified that over 66% of multi-storey, non-domestic buildings are framed in structural steel, making it the preferred framing solution for many of the UK’s structures. An increasing number of these buildings achieve high sustainability ratings and targets.
This CPD article will examine a number of steel’s sustainability credentials – both established and emerging – including its:
  • off-site manufacturing process
  • flexibility and adaptability
  • performance in regard to embodied carbon
  • ability to be re-used, recycled and multi-cycled
  • alignment with circular economy principles
OFF-SITE MANUFACTURING
All steel components are manufactured off-site in the controlled environment of a fabrication factory, and then assembled on site. The off-site manufacturing process is faster and leaner than traditional site-based construction.
Off-site steel fabrication also has benefits for the workforce as it requires skilled, settled workers, so offers long-term employment for a specialist workforce, benefiting local communities. Compared with working on-site, the steelwork fabrication factory is also a safer environment for staff; and productivity and quality are not subject to the elements as site-based construction is.
In the factory, sophisticated design and production systems deliver precision-engineered components in a controlled, highly regulated and safe environment. Any waste material produced during fabrication can be recycled and used again in the steelmaking process.
Fabricated steelwork is delivered to site as and when required, reducing the need for on-site storage, substantially reducing site waste and disruption to other trades and neighbours. The off-site process means products have few defects, which leads to less “snagging” on site, resulting in savings in time and money.
The government-commissioned Farmer Review into construction industry efficiency, published in October 2016, identified off-site manufacturing as central to modernising the industry.
Its benefits include improved innovation, research and development, sustainability and speed of delivery. Trade body Buildoffsite has identified time savings of 50% to 60% for projects with high repeatability, such as hotels and prisons, and 25% to 30% for more complex schemes such as offices or retail.

http://www.ecobuild.co.uk/visit/news-and-updates/cpd-sustainable-steel-buildings

quinta-feira, 6 de abril de 2017

CENTRO INTERPRETATIVO E DE ACOLHIMENTO TURÍSTICO DE REGUENGOS DE MONSARAZ

Apresentação 1
DESCRIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO DA PROPOSTA PARA A INTERVENÇÃO
O Centro Interpretativo e de Acolhimento Turístico visa dar resposta à necessidade de concentrar a oferta disponibilizada pelo Município em todas as suas diferentes valências, seja o vinho, a gastronomia, a olaria, o património, o cante, entre outras.
A intervenção de alteração e conservação pretende, essencialmente, dar resposta a dois grandes vetores, a promoção do estreito diálogo entre o Centro Interpretativo e de Acolhimento Turístico e a praça da Liberdade, e a implementação de um programa específico que contempla um espaço de atendimento, um espaço de mostra de produtos tradicionais e um espaço de degustações. Assim, a proposta visa criar assumidamente uma relação interior exterior recorrendo estratégias arquitetónicas que promovam não só uma relação de vistas como até mesmo de utilização.
U:Anteprojectosemails1-2017reguengos monsaraz15.dwf
No que respeita à obra, a organização espacial atual já dá, em grande parte, resposta à pretensão pois encontra-se dividida em três grandes núcleos. Desta forma, apenas se pretendem desenvolver algumas alterações que se entendem valorizadoras do conjunto e ligeiras intervenções de conservação como reparação de rebocos e revestimentos.
2. JUSTIFICAÇÃO DA PROPOSTA PARA A UTILIZAÇÃO NOS TERMOS DA FICHA DE PROJETO
“Este conjunto de Centros de Acolhimento Turístico e Interpretativos tem como objetivo proporcionar à cidade de Évora, ao Alentejo Central e ao Alentejo, os meios físicos e tecnológicos para o adequado acolhimento e encaminhamento aos visitantes que chegam a cidade de Évora. Os Centros, enquanto “placa giratória”, permitirão direcionar os visitantes não só para a cidade de Évora mas para todos os municípios envolventes que detém uma enorme diversidade de património de elevado interesse histórico-cultural, natural e paisagístico que interessa promover e dar a conhecer ao visitante, prolongando a sua estadia na região e promovendo a economia local e regional.
DCIM100MEDIADJI_0007.JPG
É objetivo ainda que estes Centros Interpretativos e de Acolhimento ao Visitante sejam uma mostra do Alentejo, divulgando a região como um todo e indo de encontro à estratégia de internacionalização da oferta turística do Alentejo da ERTA.
U:Anteprojectosemails1-2017reguengos monsaraz16.dwf
São exemplos do riquíssimo património histórico-cultural, natural e paisagístico do Alentejo Central, em Alandroal o Vale Sagrado do Endovélico, a Vila de Juromenha, etc..; em Arraiolos o Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, o Museu do Mundo Rural em Vimieiro; em Borba o património industrial, os mármores, o vinho…; em Estremoz o castelo e o centro histórico, a artesanato e o mármore, em Mora o Fluviário, Brotas, a “Fátima do Alentejo”, …; em Montemor-o-Novo as grutas do Escoural, a serra de Monfurado,…; em Mourão o grande lago de Alqueva, a vila de Mourão,.. ; em Portel a Serra de Portel, a Marina da Amieira, a Reserva DarkSky, …:, em Redondo o EcoMuseu, a Vila de Redondo, a Serra d’Ossa, …; em Reguengos Capital Europeia do Vinho a Vila Medieval de Monsaraz –, o Grande Lago de Alqueva, …; em Viana do Alentejo a o castelo, a Srª. D’Aires, …, em Vendas Novas o Museu da Escola Prática de Artilharia; em Vila Viçosa, o Paço Ducal, Tapada de Vila Viçosa, Rocha da Água, …, e ainda todo o património gastronómico e enófilo, que proporciona ao visitante uma mostra muito rica dos valores do Alentejo.
A ausência de um espaço de acolhimento para visitantes adequado, assim como centros interpretativos qualificados, constituem um dos obstáculos à experiência do visitante a Évora e ao Alentejo Central._
In ficha de projeto CIMAC

11164688_981347191890130_4900044254178067634_oBrasao_RMZNo distrito de Évora destaca-se o Concelho de Reguengos de Monsaraz, cujo enquadramento na magnífica planície Alentejana e no azul da água da albufeira de Alqueva fazem dele um destino turístico de referência da região.
Confinado pelos Concelhos de Redondo e Alandroal a norte, Mourão a este, Moura e Portel a sul e Évora a oeste, o concelho de Reguengos de Monsaraz situa-se numa região predominantemente agrícola, que condiciona os modos de vida ligados à exploração da terra – agricultura essencialmente extensiva de cereais, olivicultura e vinha.
O clima, tipicamente mediterrânico com verões quentes e secos e invernos curtos e chuvosos, marca a vegetação, a fauna, a paisagem, bem como as gentes desta região.
Reguengos de Monsaraz oferece assim condições ambientais excecionais, que convidam à fruição de atividades ao ar livre em contato com a natureza, como passeios de barco, passeios a pé ou a cavalo pelos caminhos de terra batida, caça, pesca…
Aqui poderá ainda desfrutar de uma viagem no tempo ao vaguear pela histórica vila medieval de Monsaraz e visitar os vários testemunhos arqueológicos de monumentos megalíticos em todo o Concelho. Localizados particularmente na Freguesia de Monsaraz, alguns deles são merecedores de destaque a nível europeu.
Além de um património histórico bastante rico e de uma paisagem exímia, o concelho é detentor de uma forte identidade marcada pelos usos e costumes tradicionais, que se refletem na gastronomia, nos vinhos e no artesanato, sendo de destacar S. Pedro do Corval, o maior 6 centro oleiro de Portugal.
O serviço de urbanismo da Câmara Municipal tem como principais competências; dar parecer sobre os projetos de Arquitetura e das especialidades de obras particulares; apreciar pedidos de licenciamento de ocupação da via pública; apreciar os projetos de loteamento e dar pareceres sobre os mesmos; promover processos de obras coercivas; promover, executar, licenciar e fiscalizar a gestão e correta utilização do solo; elaborar os planos municipais de ordenamento do território; propor novas técnicas e métodos de planificação e gestão do território; acompanhar e fiscalizar obras particulares; coordenar, organizar ou realizar tarefas de conceção urbanística. Durante o ano de 2017 o serviço de urbanismo terá intervenção em diversos projetos previstos no programa político eleito quer ao nível do planeamento urbano, quer das edificações e espaços exteriores.
O projetista, no âmbito das suas competências, teve ainda intervenção em vários projetos no Município de Reguengos de Monsaraz, destacando-se a requalificação do Jardim Público de Reguengos de Monsaraz, a expansão da zona industrial, a casa do Barro em S. Pedro do Corval, a casa mortuária de S. Pedro do Corval, o Museu Mestre Batista, o museu do Fresco em Monsaraz e o Centro Náutico de Monsaraz. Integrou ainda as equipas da revisão do Plano de Urbanização de Reguengos de Monsaraz e da elaboração do Plano de intervenção no espaço rural do Centro Náutico de Monsaraz.

http://www.anteprojectos.com.pt/2017/03/13/centro-interpretativo-e-de-acolhimento-turistico-de-reguengos-de-monsaraz/

sábado, 18 de fevereiro de 2017

25 Dicas para uma casa mais sustentável

25 Dicas para uma casa mais sustentável



Aline Delgado - QUERCUS A.N.C.N.
Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve
muitas questões. Se pretende mudar de casa, é a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma sustentável, para que seja social,
económica e ambientalmente equilibrado.

Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve muitas
e importantes questões. Se pretende mudar de casa, eis a altura certa para
olhar para o futuro espaço de forma mais sustentável. A Quercus vai tentar
ajuda-lo nesta decisão, de forma a torná-la social, económica e
 ambientalmente equilibrada. Apresentando 25 sugestões, vamos tentar
contribuir para que a sua decisão seja o mais próxima dos seus padrões
de conforto, “poupando na sua carteira” ao mesmo tempo que
“poupa no ambiente”!


1. A localização de um edifício é muito importante no que respeita às
 necessidades térmicas do espaço interior. Estas necessidades estão
contempladas no Regulamento de Características de Comportamento
Térmico dos Edifícios (RCCTE), onde se apresentam estratégias que
contribuem significativamente para a melhoria do desempenho térmico
 dos edifícios. Procure aconselhamento especializado para verificar se a
casa que vai habitar cumpre este Regulamento tanto para a situação de
 Verão como para a situação de Inverno.

2. Prefira um local arejado com pouco trânsito automóvel, o que se traduz em
menos poluição e, bem servido de transportes públicos, para que os possa usar
em alternativa. Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho,
 desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente
mais saudável.


3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito
escolhendo uma casa maioritariamente orientada a Sul de molde a
minimizar consideravelmente as necessidades de aquecimento durante a
estação de Inverno. A radiação solar incide nas janelas de vidro e aquece de
 forma natural o espaço interior.

4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas
voltadas a Sul, verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado
exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno).

5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este)
ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente de persianas exteriores,
pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo,
 durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro,
pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.

6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras
divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhuma) para
o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através
 do vidro durante a estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa
 sem divisões orientadas a Norte, então tenha sempre presente esta questão.

7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação
 quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria,
o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito.
A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área
 de pavimento dessa divisão.


8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação.
Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade
de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte
de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural”
 canaliza a luz do exterior para o interior.

9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo
consumo e por iluminação localizada (só apenas onde é de facto necessária).
Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos para regulação
do ambiente luminoso.

10.
 Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos
electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de Classe A,
mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário
do que se pensa não são necessariamente mais caros.


11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício,
é determinante para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico.
Verifique na Ficha Técnica da Habitação (FTH) como são as paredes exteriores
 do edifício. Deverá optar por soluções de parede dupla com isolamento
ou parede simples com isolamento pelo exterior da parede.

12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de
calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma
temperatura constante no interior de sua casa. Prefira um material de isolamento
 com um baixo índice de condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo
teor de energia incorporada (energia consumida desde a extracção da
matéria prima até ao produto final).

13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico
(são fabricadas de forma a promover uma redução da transmissão térmica
 entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista
 de conservação de energia. No entanto, deverá optar por caixilharias com
 grelhas de ventilação, para facilitar a renovação do ar.
 
14. Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo
impacte ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua
vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos
materiais utilizados na sua casa.

15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e,
nos casos mais importantes, solicitar os certificados de conformidade de
 acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e
 acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

16.
 Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente
 isolada (poderá fazê-lo através da FTH). Prefira um isolamento imputrescível
e resistente à água, preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a camada de impermeabilização.

17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por
 isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água, ou pavimentos
com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas
térmicas ou outras patologias associadas através do solo (estas soluções
construtivas devem vir explicadas na FTH)

18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham
as condições de salubridade interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente
 ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando
 o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias
possuem dispositivos que permitem a ventilação.

19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o
conforto térmico. Seja selectivo na escolha da cor de sua casa, considerando que,
 as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras
(enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do calor do sol,
a mesma fachada, pintada com cor preta, pode absorver o calor do sol em 90%).


20. Se a casa que pensa habitar está provida de equipamentos que funcionam
 à base de energia renovável, tanto melhor! Se vai construir é altura de os
aplicar. De entre os vários existentes no mercado destacam-se:

Colectores solares térmicos

Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor,
permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento de água.
O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar
adequada serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável.

Painéis solares fotovoltaicos

Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento
de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol
 é convertida em energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em locais
 isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede.

Bombas de calor geotérmicas

São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento
do ambiente. Actuam como máquinas de transferência de calor. No Inverno,
absorvem o calor da Terra e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam
como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo, no solo.
Mini-turbinas eólicas

A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma
micro-escala. Embora as micro-turbinas eólicas mais comuns sejam colocadas
 no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas
no topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade
 de 50% a 90%.

Sistemas de aquecimento a biomassa

A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos
provenientes da limpeza das florestas, da agricultura e dos combustíveis
resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada,
 por exemplo, em sistemas de aquecimento, representando importantes
vantagens económicas e ambientais.


21. Existem no mercado torneiras de regulação do fluxo de água, que permitem
 reduzir o caudal estimulando a poupança deste recurso. Se a casa que
vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de caudal.

22. Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla
 descarga que induzem poupança de água. (Poderá ainda colocar quando possível,
 uma ou duas garrafas de água com areia no interior, dentro do depósito
do seu autoclismo. Isso significa poupar até 3 litros de água por descarga).

23. Se vai construir a sua casa e tem terreno disponível, tem a possibilidade
 de a equipar com mini estações de tratamento de água ou mini cisternas de
armazenamento de águas pluviais, para posteriores utilizações em descargas
 não potáveis (como regas de jardim, autoclismos ou lavagem de automóveis).



24. No caso de vir a habitar um edifício de vários condóminos, verifique se
no prédio existe espaço destinado a contentores adequados à separação
de resíduos domésticos.

25. Dentro de sua própria casa opte sempre por um depósito de resíduos
 domésticos com pelo menos três divisões para estimular a separação
destes resíduos.
 Para terminar, se tiver oportunidade de reabilitar em vez de construir de
novo, e se essa opção for economicamente viável, está desde logo a ter
uma atitude mais sustentável. Reabilitar um edifício existente possibilita a
 diminuição dos impactes resultantes da energia associada à produção de
um novo e da extracção das respectivas matérias-primas, para além de
contrariar a tendência do crescimento urbano excessivo e a ocupação e
impermeabilização de novas áreas de solo importantes para a conservação
 dos valores e equilíbrios naturais e para as várias actividades humanas!


Site: www.quercus.pt

E-mail: construcaosustentavel@quercusancn.org

domingo, 12 de fevereiro de 2017

ALGARVE COM 23 NOVOS PROJETOS DE HOTÉIS EM PIPELINE

ALGARVE COM 23 NOVOS PROJETOS DE HOTÉIS EM PIPELINE


 Categoria AlojamentoBusiness
O segmento turístico no Algarve continua a ser alvo de interesse, com uma carteira de 23 novos projetos hoteleiros previstos para a região. Os dados são avançados pela Confidencial Imobiliário no âmbito da análise dos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE em 2015 e 2016, os quais permitem perceber as intenções de investimento em desenvolvimento imobiliário.
Destes 23 projetos hoteleiros em carteira localizados no Algarve, para os quais foram emitidos pré-certificados energéticos nos últimos dois anos, 13 são resultado de nova construção, enquanto os restantes 10 são respeitantes a obras de reabilitação.
Os novos hotéis em pipeline são, na sua maioria, relativos a projetos três ou menos estrelas, sendo que apenas seis unidades das 23 previstas têm quatro ou mais estrelas. Desta última classificação, duas unidades situam-se em Lagos e as restantes quatro distribuem-se por Lagoa, Loulé, Portimão e Silves.
Em termos de dimensão, destacam-se dois projetos com mais de cinco mil metros quadrados (nomeadamente um localizado em Portimão, com cerca de 5,600 metros quadrados, e outro em Silves, com 5,100 metros quadrados) e outros dois com cerca de quatro mil metros quadrados cada (um em Lagoa e outro em Loulé).
A Confidencial Imobiliário dá ainda nota de que, entre estes quatro hotéis de maior dimensão, três resultam de construção nova e têm quatro ou mais estrelas. A outra unidade de dimensão maior diz respeito a uma intervenção de reabilitação, tendo uma classificação de três ou menos estrelas.
*Foto de Reuters
- See more at: http://www.ambitur.pt/algarve-com-23-novos-projetos-de-hoteis-em-pipeline/#sthash.QpvZBT1d.dpuf

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

IDEIAS ECOLÓGICAS DA SUIÇA PR CRIANÇAS E ADULTOS

Estas são algumas ideias vindas da Suíça, onde as pessoas tem um espaço para estarem com crianças e ainda por cima podem passear os seus animais, de estimação que tem ali um espaço para as pessoas correrem e estarem com os seus animais de estimação e crianças e brincarem com liberdade.
Vim encantada e faxinada com esta viagem a este destino maravilhoso.





sábado, 19 de novembro de 2016

Professor universitário usa restos de madeira para criar piso que gera energia

Professor universitário usa restos de madeira para criar piso que gera energia

A ideia é tornar esse piso acessível para aplicação em qualquer espaço e com custos iguais aos dos pisos comuns.


A chave para o produto são as nanofibras de celulose, que após um tratamento químico, podem gerar carga elétrica. | Foto: Stephanie Precourt/Divulgação

O professor Xudong Wang, que trabalha nos laboratórios de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Wisconsin (EUA), desenvolveu um piso que feito a partir de materiais reaproveitados e com potencial para gerar energia limpa incessantemente.
A base para a criação são os restos de madeira, o mesmo material já usado em diversos pisos convencionais. O que ele e seu aluno Chunhua Yao fizeram de diferente foi aproveitar o potencial energético deste material e associá-lo a outros componentes que juntos atuam como geradores de energia.
Na descrição do projeto, os cientistas explicam que a chave para o produto são as nanofibras de celulose que, quando tratadas quimicamente e em contato com fibras não tratadas, produzem uma carga elétrica. Segundo eles, essa tecnologia poderia ser tão acessível quanto um piso comum.
Os custos do processo são grandes diferenciais quando se fala em pisos que geram energia, já que superfícies que transformam as passadas ou movimento em eletricidade costumam ser muito caros. Há anos a dupla vem estudando a eletricidade proveniente das vibrações, até que chegassem em um modelo ideal.
Os pesquisadores testaram diferentes materiais que maximizassem um tipo de energia gerada pela tecnologia nanogedora triboelétrica. A triboeletricidade é o mesmo fenômeno que produz a eletricidade estática nas roupas. O tratamento das fibras de celulose apenas torna mais eficaz o aproveitamento desta energia que já existe.
A ideia é tornar esse piso acessível para aplicação em qualquer espaço, desde residências até áreas extremamente movimentadas, como shoppings ou calçadas. Os testes já realizados mostraram que o sistema pode funcionar por milhares de ciclos sem apresentar problemas ou danificações. O que objetivo dos pesquisadores agora é otimizar a tecnologia para torná-la comerciável. Os cientistas não informam quanto de energia pode ser produzido a cada metro quadrado do produto.
Redação CicloVivo
http://ciclovivo.com.br/noticia/professor-universitario-usa-restos-de-madeira-para-criar-piso-que-gera-energia/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Humor--Equilibrio é necessário e Visão


POR MELHOR ARQUITECTO QUE UM HOMEM SEJA, POR VEZES, PERDE-SE NO 

EQUILÍBRIO, NA FORMA, NA ESTRUTURA, NA MEDIDA E EXCEDE-SE NA DOSE.

TUDO DEVE TER PESO E EQUILÍBRIO, SE NÃO EXISTIR ESSE EQUILÍBRIO, A ARTE 

DESEQUILIBRA-SE E PARTE.

TENHAM CUIDADO COM A MEDIDA E FORMAS, OS EXCESSOS SÃO DEMAIS,AHAHA